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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Os Mistérios de Jerusalém

Romance policial, de aventuras e de cultura. Em Nova Iorque, Paris, Moscovo, e mesmo nas margens do Mar Morto, um manuscrito com mais de dois mil anos faz correr muito sangue. Desvenda um dos 64 enigmas que ainda hoje protegem o tesouro do Templo de Jerusalém. Para além da cobiça do ouro, eruditos, mafiosos e terroristas tentam obter esse manuscrito milenar porque ele poderá também ajudar a esclarecer o mistério dos mistérios: por que Jerusalém? Por que foi escolhida por Deus — para aí construir a sua morada — uma aldeia situada nos flancos áridos dos montes da Judeia? A resposta encontra-se nas próprias fontes da história desse lugar, onde desde o princípio dos tempos se têm cruzado todas as esperanças e todas as violências. Revelar os mistérios de Jerusalém fará o mundo tremer.

Nota: Acabei de ler. Recomendo aos amantes do tema. Interessante a maneira como assuntos são abordados, numa mistura de ficção com a realidade.

Enéias Teles Borges

sexta-feira, 2 de março de 2012

Ao final da leitura...

Quando estou finalizando a leitura de um bom livro, sinto uma ponta de tristeza. É como se estivesse terminando um passeio fantástico. Sei que sempre será possível a releitura, assim como é possível visitar novamente os lugares antes visitados. No caso em testilha não é tão simples assim. Na releitura não existe o sabor da novidade. Não existe a surpresa. A primeira leitura de um livro é um caminho que jamais será percorrido da mesma forma. Daí a saudade...

Experimento e sei que experimentarei, muitas vezes, essa tristeza. Não pretendo parar de ler, nem  mesmo por isso. Prefiro a tristeza da despedida de um bom livro, ao final da leitura, a ausência de tristeza por não lê-lo.

Vida que segue, leituras que vêm e que virão...

Enéias Teles Borges

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Dica de leitura: dois livros

Indico as minhas aquisições recentes e que estão na fila de leitura. Darei atenção a eles tão logo eu termine um estudo sobre a "Arca da Aliança".

São os seguintes livros:

(1) Os Mistérios de Jerusalém, de Marek Halter. Chamada: "Jerusalém guarda muitos mistérios. Dentre todos, o enigma dos enigmas: por que esta foi a cidade escolhida por Deus para ali fazer construir a sua morada?"

(2) Marina, de Carlos Ruiz Zafon. Chamada: "Todos temos um segredo trancado a sete chaves no sótão da alma. Este é o meu."

Enéias Teles Borges

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Dica de leitura: O Último Templário

No meio da Exposição “Tesouros do Vaticano”, no museu Metropolitan, em Nova York, aparecem vestidos de antigos cavaleiros Templários quatro homens misteriosos. A multidão vibra pensando ser parte do espetáculo, até que um deles ergue sua espada e com um único movimento decapita um guarda e as pessoas assistem dramaticamente e em choque a cabeça do guarda rolar pelas escadas. A confusão se instala e os templários saqueiam os objetos valiosos expostos no museu. A arqueóloga Tess Chaykim e o agente do FBI Sean Reilly se envolvem na investigação sobre o passado da Ordem dos Templários, sobre o vaticano e um misterioso tesouro que pode mudar o cristianismo para sempre.

Nota: Indico a leitura, pois é leve e agradável. Bastam poucas horas para a leitura do livro. 

Enéias Teles Borges

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Previsivelmente Irracional

Sabe por que é tão comum prometermos a nós mesmos que vamos fazer dieta, mas essa idéia desaparece assim que chega a sobremesa? Sabe por que nos surpreendemos comprando coisas de que não precisamos? Sabe por que continuamos com dor de cabeça depois de tomar uma aspirina de cinco centavos, mas essa mesma dor de cabeça desaparece quando a aspirina custa 50 centavos? Ao concluir a leitura deste livro, você saberá responder a estas e a muitas outras perguntas que têm implicações na vida particular, na vida profissional e no modo como encaramos o mundo. O livro o ajudará a repensar a fundo a forma como você e as pessoas em sua volta agem. Por meio de uma série de experiências divertidas e surpreendentes, Dan Ariely demonstra que a nossa capacidade de raciocínio tem defeitos provocados por forças invisíveis - emoções, relatividade, expectativas, apego, normas sociais - que nos induzem a fazer escolhas "Previsivelmente Irracionais".

Nota: Minha dica de leitura. Agradável de ler, objetivo e reflexivo. 

Enéias Teles Borges

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Leituras - Novembro de 2011

Estou concluindo a leitura do livro "As Relíquias Sagradas de Hitler". Hora de pensar em novas leituras. Durante o ano letivo venho lendo a duras penas. Levanto-me muito cedo e à noite estou sem muita disposição para leituras. As mais encorpadas eu vou lendo devagar e relendo parágrafos para uma reflexão mais aprofundada. As leituras mais leves andam devagar, justamente pelo consaço.

Com a proximidade das férias escolares a diminuição do trânsito paulistano, além de uma pausa de aproximadamente vinte dias, será possível olhar com carinho para a leitura em geral. Para tanto eu adquiri, minutos atrás, dois livros de leitura leve: "O Último Templário" de Raymond Khoury e "A Arca Perdida da Aliança" de Tudor Parfitt. Espero que valham o tempo que dispensarei a eles.

Ao final eu espero tecer comentários sobre ambos.

No que tange ao livro "As Relíquias Sagradas de Hitler", que se centra na cidade de Nuremberg (Alemanha), é um livro que merece os minutos que tenho dedicado à leitura. Não é ficção. É um retrato das pretensões bizarras de Hitler e, neste caso, tendo como escudeiro Himmler, o místico líder das "SS". 

Recomendo, portanto.

Enéias Teles Borges

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Minha leitura atual: sobre o Nazismo

“Se o autor tivesse apresentado esta história como ficção, seria acusado de ter ido longe demais. No entanto, os fatos, meticulosamente pesquisados, falam por si próprios. As pilhagens nazistas não eram apenas um desejo de riqueza. Hitler buscou criar nada menos que um Reich Sagrado.”– Digby Diehl, ex-editor da Los Angeles Times Book Review 

Na Alemanha devastada pela Segunda Guerra Mundial, um grande mistério envolve as obras de arte e as antiguidades roubadas pelos nazistas. Este livro conta a história real do tenente e historiador da arte Walter Horn, que sai à procura de tesouros valiosos para o povo alemão que haviam desaparecido. Nessa jornada, Horn desvenda as origens místicas do nazismo e um plano para a criação do Quarto Reich.

Pouco antes da invasão da Alemanha pelas forças aliadas, um bunker secreto foi cavado sob o Castelo de Nuremberg. Dentro dele, uma câmara especial continha os tesouros saqueados que Hitler mais valorizava: as Joias da Coroa do Sacro Império Romano e a Lança Sagrada, que teria dilacerado o flanco de Cristo na cruz.

Mas quando o Exército americano se preparava para invadir Nuremberg, cinco das preciosas relíquias desapareceram. Quem as teria levado da câmara subterrânea? Por quê? Após o fim da guerra, o mistério ficou sem solução até que o general Eisenhower, comandante dos Aliados, ordenou que o tenente Horn, professor licenciado da Universidade de Berkeley, procurasse os tesouros desaparecidos.

Para realizar sua missão, Horn mergulhou nas antigas lendas e no misticismo que cercavam as antiguidades saqueadas por Hitler em sua busca do domínio mundial. O que ele descobriu em sua odisseia é tão explosivo que seu relatório final permaneceu secreto por décadas.

Baseando-se em informes do serviço de inteligência, bem como em cartas e entrevistas, Sidney Kirkpatrick revela como Hitler, em sua mania de grandeza e obcecado por ocultismo, quase conseguiu criar um Reich Sagrado fundamentado numa reinvenção distorcida da história medieval e da Igreja.

****

Muitos já sabem que Hitler era um homem obcecado pela ideia grandiosa de dominar o mundo, mas poucos conhecem as motivações místicas que levaram o estudante de artes fracassado a criar teorias racistas e de exaltação do nacionalismo germânico.

Em seu desejo de subjugar a Europa durante a Segunda Guerra Mundial, ele ordenou que inúmeras obras de arte fossem tomadas de seus proprietários legítimos. Além de aumentar o patrimônio do Partido Nazista, também pretendia reunir o máximo de itens valiosos para sua opulenta coleção.

As Joias da Coroa do Sacro Império Romano foram os primeiros artefatos a serem pilhados, logo após a anexação da Áustria, em 1938. Esse tesouro era composto pela coroa, pelo cetro, o orbe e as espadas usados pelos imperadores em suas cerimônias de coroação – objetos venerados pelos povos germânicos e que Hitler desejava possuir a fim de legitimar seu regime bárbaro.

Essas relíquias, junto com a Lança de Longino – que muitos acreditam ter dilacerado Cristo na cruz –, foram removidas para Nuremberg. No entanto, em 1945, diante do colapso do poderio alemão e prevendo a invasão iminente dos Aliados, Heinrich Himmler, o poderoso comandante da SS, ordenou que fossem escondidas em um bunker secreto sob o Castelo de Nuremberg.

Após a invasão e o fim da guerra, porém, os soldados americanos que chegaram ao local não encontraram os artefatos. Os generais Dwight D. Eisenhower e George Patton compreenderam que as relíquias poderiam ser usadas como propaganda nazista para a criação do Quarto Reich.

Então convocaram o tenente Walter Horn, doutor em história da arte, para procurar os objetos e restituí-los a seus verdadeiros proprietários. Horn interrogou operários do bunker, ex-vereadores de Nuremberg e militares do exército aliado. Procurou pistas nos vestígios carboniza- dos da fortaleza particular de Himmler e pesquisou a Ordem dos Cavaleiros Teutônicos neonazistas, que supostamente guardava uma vasta fortuna em ouro e outros tesouros.

Mais do que investigar o desaparecimento das cinco relíquias sagradas, Horn desvendava uma trama nazista para impedir que os símbolos da monarquia mundial caíssem nas mãos dos Aliados.

Com base nos informes do serviço de inteligência, em correspondências pessoais de Walter Horn e em uma série de entrevistas, Sidney Kirkpatrick narra, com riqueza de detalhes, os roubos, as manipulações, as trapaças e os truques de espionagem que cercaram esta história de detetives, real e quase desconhecida. 

(Editora Sextante)

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Homens e livros

Nos idos anos de chumbo, eu ainda criança, ouvia no rádio uma frase que jamais esqueci: "um país se faz com homens e livros". Eu achava aquilo muito bonito, mas não via como isso praticar. Os livros à disposição eram aqueles permitidos pela censura. Que país, então, estava sendo construído?

Hoje tudo aquilo passou, podemos ler tudo o que existe para ser lido. Noto porém, sem ouvir no rádio, que nosso país tem homens e livros e aí faço a seguinde indagação: que país estamos construindo?

Enéias Teles Borges

domingo, 14 de agosto de 2011

As relíquias sagradas de Hitler

Muitos já sabem que Hitler era um homem obcecado pela ideia grandiosa de dominar o mundo, mas poucos conhecem as motivações místicas que levaram o estudante de artes fracassado a criar teorias racistas e de exaltação do nacionalismo germânico.

Em seu desejo de subjugar a Europa durante a Segunda Guerra Mundial, ele ordenou que inúmeras obras de arte fossem tomadas de seus proprietários legítimos. Além de aumentar o patrimônio do Partido Nazista, também pretendia reunir o máximo de itens valiosos para sua opulenta coleção.

As Joias da Coroa do Sacro Império Romano foram os primeiros artefatos a serem pilhados, logo após a anexação da Áustria, em 1938. Esse tesouro era composto pela coroa, pelo cetro, o orbe e as espadas usados pelos imperadores em suas cerimônias de coroação – objetos venerados pelos povos germânicos e que Hitler desejava possuir a fim de legitimar seu regime bárbaro.

Essas relíquias, junto com a Lança de Longino – que muitos acreditam ter dilacerado Cristo na cruz –, foram removidas para Nuremberg. No entanto, em 1945, diante do colapso do poderio alemão e prevendo a invasão iminente dos Aliados, Heinrich Himmler, o poderoso comandante da SS, ordenou que fossem escondidas em um bunker secreto sob o Castelo de Nuremberg.

Após a invasão e o fim da guerra, porém, os soldados americanos que chegaram ao local não encontraram os artefatos. Os generais Dwight D. Eisenhower e George Patton compreenderam que as relíquias poderiam ser usadas como propaganda nazista para a criação do Quarto Reich.

Então convocaram o tenente Walter Horn, doutor em história da arte, para procurar os objetos e restituí-los a seus verdadeiros proprietários. Horn interrogou operários do bunker, ex-vereadores de Nuremberg e militares do exército aliado. Procurou pistas nos vestígios carboniza- dos da fortaleza particular de Himmler e pesquisou a Ordem dos Cavaleiros Teutônicos neonazistas, que supostamente guardava uma vasta fortuna em ouro e outros tesouros.

Mais do que investigar o desaparecimento das cinco relíquias sagradas, Horn desvendava uma trama nazista para impedir que os símbolos da monarquia mundial caíssem nas mãos dos Aliados.

Com base nos informes do serviço de inteligência, em correspondências pessoais de Walter Horn e em uma série de entrevistas, Sidney Kirkpatrick narra, com riqueza de detalhes, os roubos, as manipulações, as trapaças e os truques de espionagem que cercaram esta história de detetives, real e quase desconhecida.

Nota: Este livro foi presente que recebi de minhas filhas no dia dos pais. Assim que eu concluir minha leitura atual, iniciarei a leitura deste livro. Ando interessado no Nazismo em razão do tão falado misticismo de Hitler e de Himmler (sinopse extraída do livro).

Enéias Teles Borges

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

terça-feira, 7 de junho de 2011

Antimatéria: Anjos e Demônios

O Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern) anunciou neste domingo em Genebra que cientistas do grupo conseguiram pela primeira vez obter átomos de antimatéria durante mais de 16 minutos, um tempo suficiente para começar a estudar suas propriedades em detalhe.

"Conseguimos manter os átomos de anti-hidrogênio durante mil segundos. Isso é suficiente para poder começar a estudá-los, mesmo com a pequena quantidade deles que conseguimos captar até agora", disse o porta-voz do chamado experimento Alpha, Jeffrey Hangst, vinculado ao Cern.

O objetivo de produzir átomos de antimatéria é estudar por que a natureza se formou pela matéria, enquanto, durante o Big Bang - fenômeno que deu início ao universo -, a matéria e a antimatéria existiam em quantidades iguais.

Leia mais em Último Segundo.

Nota: Recomendo a leitura do livro Anjos e Demônios de Dan Brown, o mesmo autor do livro O Código da Vinci. Além da boa trama, será interessante ler sobre o CERN, sobre a Antimatéria e afins...

Enéias Teles Borges

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Leitura: A Origem da Vida

Deus existe? Qual a origem do Universo e da vida? A teoria da evolução é coerente? O criacionismo é científico? Podemos confiar na Bíblia? O dilúvio de Gênesis é lenda ou fato histórico? O que dizer dos métodos de datação e da extinção dos dinossauros? Essas e outras questões são analisadas neste livro, numa linguagem que todo mundo entende.

Leia mais em Criacionismo.

Nota: Pretendo ler, digo, reler. Já li a versão anterior. Faço uma observação quanto ao uso, no texto, do termo evolucionismo. Na realidade enxergo um debate aberto entre o Teísmo e o Ateísmo. Não é possível afirmar que o evolucionismo é uma vertente de um dos dois, ou que o evolucionismo é sinônimo de ateísmo. Para muitos primeiro veio o acaso  e em seguida a evolução. Para outros houve a criação primeira e daí a evolução. Apenas meu ponto de vista...

Enéias Teles Borges

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Leitura: Jesus, a Trilogia

Tudo que você sempre quis saber sobre Jesus e que nunca lhe contaram!

Mais de uma centena de revelações inéditas sobre Jesus, sua mensagem e sua vida.

A OBRA EM NÚMEROS

Uma trilogia composta de 1800 páginas repartidas da seguinte forma: Livro I – 800 páginas; Livro II – 600 páginas; Livro III – 400 páginas.

Nos últimos 6 anos o autor realizou cerca de 10.500 horas de trabalho repartidas entre pesquisa e escrita.

Nesse período foram lidos ou consultados cerca de 200 livros, mais de 100 artigos, dissertações de mestrado, teses de doutorado, discursos, transcrições de conferências e palestras, trechos de livros, homilias, etc.

Foram consultadas 50 referências eletrônicas, principalmente sites judaicos ou relacionados a temas da tradição judaica e da história do povo judeu.

O trabalho de revisão, correção, leitura crítica, verificação de fontes, etc. envolveu nos últimos 2 anos, cerca de 2.160 horas de trabalho.

 
Nota: Vale como mais uma dica de leitura. Leio de tudo e procuro reter o que me parece bom.
 
Enéias Teles Borges

domingo, 28 de novembro de 2010

Não tenho fé suficiente para ser ateu - I

Idéias com o objetivo de destruir a fé cristã sempre bombardeiam os alunos do ensino médio e das universidades. Este livro serve como um antídoto excepcionalmente bom para refutar tais premissas falsas. Ele traz informações consistentes para combater os ataques violentos das ideologias seculares que afirmam que a ciência, a filosofia e os estudos bíblicos são inimigos da fé cristã.

Antes de tocar a questão da verdade do cristianismo, essa obra aborda a questão da própria verdade, provando a existência da verdade absoluta. Os autores desmontam as afirmações do relativismo moral e da pós-modernidade, resultando em uma valiosa contribuição aos escritos contemporâneos da apologética cristã.

Geisler e Turek prepararam uma grande matriz de perguntas difíceis e responderam a todas com habilidade. Uma defesa lógica, racional e intelectual da fé cristã.
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Nota do Editor: Comecei a leitura desse livro na semana passada. Ganhei-o de presente do amigo e intelectual Cleiton Heredia do blogue Saber, Saúde e Virtude. Não posso tecer comentários iniciais e também não posso afirmar que as ponderações acima, do blogue Apologia, são eficazes. Voltarei ao tema mais adiante. Estou desenvolvendo um projeto pessoal que passará pela leitura de livros que entram em rota de colisão. Além desse não deixarei de opinar a respeito de outro: Deus, um delírio...

Nota do dia 05/01/2010: Já terminei a leitura do livro (faz tempo) e também li Deus, um delírio. Não quero aqui fazer juízo de valor no que tange ao lado que está com a verdade. Prendo-me à consistência dos argumentos e no caso o livro Deus, um delírio trouxe reflexões mais abrangentes e contundentes. Recomendo a leitura de ambos.

Enéias Teles Borges
Postagem original: 03/10/2008
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O que Jesus disse? O que Jesus não disse?

QUEM MUDOU A BÍBLIA E POR QUÊ? (É minha dica de leitura para os amigos. Sabemos que uma maneira correta de avaliação do conteúdo de uma obra é via leitura (estudo) sem paixão. É propósito deste blog o permanente convite à reflexão e sendo assim devo indicar a leitura deste trabalho de BART D. EHRMAN, tido como a maior autoridade em Bíblia no mundo. É claro que muitas pessoas não concordam com esta assertiva nem com seu produto final. Pergunto: quem mais, além de você mesmo, poderá fazer uma análise justa? Tal análise só será possível com um estudo diligente e sem preconceito. Considero a obra uma leitura imperdível).

Pontos importantes em destaque: (1) o que foi mudado ao longo do tempo na Bíblia, (2) os erros das adaptações e traduções e (3) os interesses da Igreja nas diversas épocas.

A sinopse: ao ler o Novo Testamento, as pessoas pensam estar lendo uma cópia exata das palavras de Jesus ou dos escritos de seus apóstolos. Contudo, por quase mil e quinhentos anos, esses manuscritos foram reproduzidos por copistas profundamente influenciados pelas controvérsias políticas, teológicas e culturais de seu tempo. Tanto os erros quanto as mudanças intencionais são muitos nos manuscritos subsistentes, dificultando a reconstituição das palavras originais. Este livro mostra a história que está por trás das alterações que eclesiásticos, políticos e copistas ignaros fizeram no Novo Testamento, causando um impacto enorme na compreensão e interpretação da Bíblia que temos hoje.

Um livro para leigos, teólogos, historiadores...

Fonte: (Causa Sonora)

Enéias Teles Borges

Publicado anteriormente: 17/03/2008
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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Nobel de literatura

Peruano Mario Vargas Llosa vence o Prêmio Nobel de Literatura

O escritor peruano Mario Vargas Llosa é o vencedor do Prêmio Nobel de Literatura 2010, anunciou hoje a Academia Sueca em sua sede, em Estocolmo. Como prêmio, vai receber 10 milhões de coroas suecas (US$ 1,5 milhão).

Em comunicado, o comitê informou que Llosa recebeu o prêmio "por sua cartografia de estruturas de poder e suas imagens vigorosas sobre a resistência, revolta e derrota individual".

Nascido em 1936, o novelista e ensaista é tido como um dos maiores nomes da literatura em língua espanhola. Seu principal tema é a luta pela liberdade em seu país. Entre suas principais obras estão "A Casa Verde", "Lituma nos Andes" e "A Cidade e os Cachorros". Em 1981, Llosa publicou "A Guerra do Fim do Mundo", sobre a Guerra de Canudos, que dedicou ao escritor brasileiro Euclides da Cunha, autor de "Os Sertões".

Já entre seus prêmios mais importantes estão o Prêmio Cervantes (1994) e o Prêmio Príncipe das Astúrias de Letras Espanha (1986).

Reconhecimento

Mario Vargas Llosa afirmou que o prêmio é um reconhecimento da literatura da América Latina e em língua espanhola, em uma entrevista à rádio colombiana RCN.

"Não pensava que sequer estava entre os candidatos", disse o escritor de 74 anos em Nova York, na primeira reação após receber a notícia do prêmio. "Acredito que é um reconhecimento à literatura latinoamericana e à literatura em língua espanhola, e isto sim deve alegrar a todos", acrescentou ele, que ministra aulas na Universidade de Princeton.

"Ele havia levantado às 5h para dar aulas. Recebeu a ligação informando às 6h45, enquanto trabalhava intensamente", contou Peter Englund, presidente do júri do Nobel de Literatura.

Com o resultado, o escritor sucede a romena naturalizada alemã Herta Mueller e o francês Jean-Marie Gustave Le Clézio, vencedores das edições de 2009 e 2008, respectivamente.

Vargas Llosa irá à cerimônia de entrega do prêmio em 10 de dezembro, em Estocolmo. Ele fará o discurso em nome de todos os premiados, com exceção do Nobel da Paz, realizado em um ato paralelo, em Oslo.

Llosa, mais uma vez, confirma a tendência dos últimos anos da Academia de não premiar o favorito nas apostas. Antes do anúncio de hoje, o poeta sueco e escritor Tomas Transtromer era o favorito, vindo em seguida três outros poetas; Adam Zagajewski, da Polônia, Ko Un, da Coreia do Sul, e Adonis, da Síria.


Nota: Gostei, especialmente por ser da América do Sul. Temos excelentes escritores por aqui e precisamos prestigiar nosso pedaço de terra no planeta.

Enéias Teles Borges - Editor
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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Chico Buarte: o Livro Budapeste

O livro Budapeste
Enéias Teles Borges


Semana passada li o livro Budapeste de Chico Buarque. Gostei muito e, portanto, indico ao amigo leitor. A revista Veja fez uma rápida crítica ao livro, que reproduzo parcialmente e ao final indico a fonte.

"Todo escritor mente. Não se trata de desvio moral, mas de exigência profissional: quem escreve falsifica sua identidade, criando uma persona de papel. José Costa, o narrador de Budapeste (Companhia das Letras; 176 páginas; 29,50 reais), vive de explorar ao extremo essa mentira. É um escritor anônimo, pago para produzir artigos de jornal, discursos, cartas de amor e monografias que serão assinados por outros. Com esse personagem, Chico Buarque construiu uma intrigante e por vezes engraçada especulação sobre identidade e autoria. Budapeste chega às livrarias com tiragem inicial de 50.000 exemplares, número respeitável para os padrões brasileiros. É o terceiro romance do compositor e cantor. Estorvo vendeu 165.000 cópias. Benjamin ficou em 60.000. Budapeste ironiza os sucessos de venda, no episódio em que José Costa se torna autor de um involuntário best-seller: O Ginógrafo, livro de memórias assinado pelo alemão Kaspar Krabbe (em tempo: o "ginógrafo" do título é um homem que tem a tara de escrever no corpo das mulheres). Apesar das iniciais kafkianas do personagem, não se repete aqui a atmosfera de pesadelo dos romances anteriores. Em seus melhores momentos, Budapeste é uma peça de humor quase carnavalesco, ainda que travestida com o figurino cinzento do Leste Europeu. A caminho de um congresso de escritores anônimos em Istambul, José Costa faz uma escala forçada na Hungria e fica fascinado pela língua magiar. Ele retorna à capital húngara para aprender o idioma e se torna amante de Kriska, sua professora. A partir daí, a narrativa desenvolve-se num contrastante vaivém entre Rio de Janeiro e Budapeste. "

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domingo, 2 de maio de 2010

Livros de Richard Dawkins

Depois de ler e reler o livro Deus, Um Delírio, resolvi avançar mais na leitura dos livros deste polêmico escritor ateu. No domingo passado (25/04/10) eu estive na feira que se realiza aos domingos, sob o vão do Museu de Artes de São Paulo (MASP). Tive a "sorte" de poder comprar mais cinco livros dele (de um livreiro/sebo) e pretendo fazer uma leitura sistematizada de todos. São eles: O Relojoeiro Cego, A Escalada do Monte Improvável, O Capelão do Diabo, O Gene Egoista e A Grande História da Evolução.

Por que me dedico à leitura dos livros de Dawkins? É bem subjetivo o que vou dizer, mas eu o considero mais honesto (ou menos desonesto) em suas proposições. Estou um pouco cansado das verdades incompletas apresentadas por Criacionistas (na maioria das vezes de forma obtusa). Que não digam que sou ateu, seria inverdade. Sigo dizendo o óbvio: o que tem afastado os criacionistas não é a proposta apresentada pelos ateus e sim pela bizarrice postulada por muitos que se dizem criacionistas.

Sigo firme em afirmar que minha postura é a de um agnóstico. Agnóstico no contexto tradicional, como já comentei por aqui.

Postarei minhas impressões na medida em que for lendo os livros.

Nota: Agora está ficando mais fácil. Depois da reforma em casa eu tenho um espaço melhor. Meus livros que estavam espalhados aqui e no escritório estão todos na minha sala de leitura. Um micro em rede e uma infinidade de sucatas de relógios antigos (minha diversão). Agora poderei fotografar relógios e elaborar postagens com calma. Longe do trabalho e sem perturbar o sono de minha esposa e filhas. Cada membro da família, agora, tem um espaço "particular" para leitura, estudo e meditação. No meu caso (costumo dormir tarde - hábito desde os tempos da faculdade de teologia) ficou ótimo!

Enéias Teles Borges

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Honoráveis bandidos

Comentário de Enéias Teles Borges

O livro Honoráveis Bandidos, de Palmério Dória, foi minha leitura, em duas noites antes de dormir, nos dias que passei em Ubatuba, São Paulo. Leitura fácil e agradável. Dá para ler "numa sentada", diriam os mais antigos. Recomendo, portanto, a leitura dessa obra que já está se tornando memorável. O livro denuncia, claro, um dos últimos coronéis do Nordeste do Brasil e como ele sempre procedeu para estar em evidência e fazer do País uma espécie de "quintal da sua casa".

A revista Veja publicou uma resenha, disponível [neste link].

Trecho de Honoráveis Bandidos
de Palmério Dória

Capítulo 1

Estado de permanente sobressalto

Comemoração com cara de velório • Por que Roseana chora, se os outros aplaudem? • Tem sujeira por trás do impoluto jurista o Rolo justifi ca outro rolo e assim por diante • A qualquer momento nas páginas policiais

Estamos em 2009. Na data em que completa meio século de carreira política, aos 78 anos, o velho coronel comemora sem o menor sinal de euforia. Por certo pesam-lhe na memória as palavras de seu falecido amigo Roberto Campos, tão entreguista que lhe pespegaram o apelido de Bob Fields, ministro do Planejamento de Castelo Branco, primeiro general de plantão do governo militar:

"Certas vitórias parecem o prenúncio de uma grande derrota. É um amanhecer que não canta."

Deputado federal, governador do Maranhão, presidente da República, cinco vezes senador. E, no início desse ano pré-eleitoral, eis que em 2010 se dariam eleições presidenciais, ele chegava pela terceira vez à presidência do Senado. Mas tinha a sensação de que tudo aquilo que havia conquistado em meio século de vida pública podia estar por um segundo. Não foi de bom agouro a cena que se seguiu a seu discurso de pouco mais de cinco minutos, ao apresentar sua candidatura à presidência da Casa, naquela manhã de 2 de fevereiro, dia de festa no mar. Em sua fala, ele citou por sinal Nossa Senhora dos Navegantes, depois de se comparar a Rui Barbosa pela longevidade na vida pública e de proclamar que não houve escândalos em suas outras passagens no cargo. Esperava uma sessão rápida, mas, para sua inquietação, vários pares passaram a revezar-se para defender o outro candidato à presidência do Senado, o petista acreano Tião Viana, e aproveitaram para feri-lo. Assim, quando abriram a inscrição para os candidatos, ele pediu para falar. Queria dar a última palavra.

Marcado pela fama de evitar confrontos em plenário, fugiu a seu estilo e fez um pronunciamento duro. Um improviso daqueles que a gente leva um mês para preparar. Deixou claro que não gostou de ver Tião Viana posar de arauto da modernidade e higienizador da podridão que paira nos ares do parlamento brasileiro.

Depois de lembrar a coincidência de 50 anos antes, quando no dia 2 de fevereiro de 1959 assumia o primeiro mandato no Congresso como deputado federal, atacou:

"Não concordo quando se fala na imoralidade do Senado. O Senado é os que aqui estão. Reconheço que, ao longo da nossa vida, muitos se tornaram menos merecedores da admiração do país, mas não a instituição."

Então, pronunciou as palavras seguintes, que trazem os sinais trocados, pois tudo quanto você vai ler é tudo quanto o velho senador não é:

"Durante a minha vida, passei aqui nesta Casa 50 anos. Muitas comissões, vamos dizer assim, muitos escândalos existiram envolvendo parlamentares, mas nunca o nome do parlamentar José Sarney constou de qualquer desses escândalos ao longo de toda a vida do Senado." Disse mais: "A palavra ética, para mim, que nunca fui de alardear nada, é um estado de espírito. Não é uma palavra para eu usar como demagogia ou uma palavra para eu usar num simples debate."

A filha Roseana Sarney, senadora pelo Maranhão, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro, o mesmo PMDB do pai, caminhava pelo plenário, muito nervosa. Estava em lágrimas quando o pai encerrou sua fala. Os oitenta pares o aplaudiram protocolarmente, mas um deles, de um salto pôs-se de pé e bateu palmas efusivas, acompanhadas do revoar de suas melenas. Tratava-se de Wellington Salgado, do PMDB mineiro, conhecido como Pedro de Lara ou Sansão.

Onde se encontravam os jornalistas de política nesse momento, que não registraram tal despautério? Pedro de Lara é aquela figura histriônica que roubava a cena no programa Silvio Santos como jurado ranzinza, debochado e falso moralista. E Sansão, o personagem bíblico que perdeu o vigor quando Dalila o traiu cortando-lhe a cabeleira.

Esta figura caricata pareceria um estranho no ninho em qualquer parlamento do mundo. Nascido no Rio, é dono da Universidade Oliveira Salgado, no município de São Gonçalo, e responde a processo por sonegação de impostos no Supremo Tribunal Federal. Conseguiu um domicílio eleitoral fajuto em Araguari, Minas Gerais, e praticamente comprou um mandato de senador ao financiar de seu próprio bolso, com 500 mil reais, uma parte da milionária campanha para o Senado de Hélio Costa, o eterno repórter do Fantástico da Rede Globo em Nova York.

Com a ida de Hélio para o Ministério das Comunicações de Lula, seu suplente Wellington então ganhou uma cadeira no Senado Federal, presente que ele paga com gratidão tão desmesurada, que separa da verba de seu gabinete todo santo mês os 7 mil reais da secretária particular do ministro. Nesse tipo de malandragem, fez como seu ídolo, colega de Senado Renan Calheiros, que vinha pagando quase 5 mil mensais para a sogra de seu assessor de imprensa ficar em casa sem fazer nada.

Mas o cabeludo senador chegou à ribalta em 2007, justamente como aguerrido integrante da tropa de choque que salvou o mandato de Renan Calheiros, então presidente do Senado e estrela principal do episódio mais indecoroso daquele ano, com amante pelada na capa da Playboy, bois voadores e fazendas-fantasma. O alagoano Renan, com uma filha fora do casamento, que teve com a apresentadora de tevê Mônica Veloso, bancava a moça com mesada paga por Cláudio Gontijo, diretor da construtora Mendes Júnior. Ao tentar explicar-se, Renan enredou-se em notas frias, rebanho superfaturado, rede de emissoras de rádio em nome de laranjas, enquanto Mônica mostrava aos leitores da revista masculina da Editora Abril a borboleta tatuada na nádega.

Durante 120 dias, enxotado pela mídia e pela opinião pública, Renan resistiu no cargo, suportando humilhações como o plenário oposicionista virando-lhe as costas no dia em que tentou presidir uma sessão. Esse era o Renan que, quase dois anos depois, no 2 de fevereiro de 2009 posaria vitorioso como articulador-mor da volta de José Sarney à presidência da Casa.

Quem diria, não? O José Sarney que já foi companheiro de um nacionalista respeitado como Seixas Dória, de um articulador do calibre de José Aparecido de Oliveira, de um jurista do porte de Clóvis Ferro Costa, todos três integrantes do grupo Bossa Nova, espécie de esquerda da União Democrática Nacional, a conservadora UDN, todos três ostentando o galardão de ter sido cassados pelo golpe militar de 1964, e sabe-se lá por quais artes só ele, Sarney, dentre os quatro amigos escapou da cassação, esse mesmo Sarney agora festejado pelo cabeludo sonegador e por uma das mais desmoralizadas figuras do cenário político brasileiro, Renan Calheiros, que tinha nos costados um inquérito com 29 volumes tramitando no Supremo.

Quer fechar o círculo direitinho? Em 2007, depois de absolvido pelo plenário em votação secreta e escapar da cassação por quebra de decoro parlamentar, na casa de quem Renan Calheiros comemorou a preservação do mandato? Na casa de seu salvador, Sarney, junto com outras figuras, como o deputado federal e ex-presidente do Senado Jader Barbalho, com know-how em renúncia para escapar de cassação; Romero Jucá, líder do PMDB no Senado; Edison Lobão, futuro ministro das Minas e Energia; e, claro, Roseana Sarney. Nesse festejo, no Lago Sul de Brasília, não se esqueceram de "homenagear" o senador amazonense Jefferson Peres. Esta fi gura íntegra do parlamento brasileiro, relator do caso Renan no Conselho de Ética, recomendou a cassação, pedida pelo povo brasileiro. Os convivas mimoseavam Jefferson a todo momento, referindo- se a ele como "aquele pobre relator".

Memorável dia 2 de fevereiro. Surpreendentes seriam as fotografias nos jornais do dia seguinte. Sarney de óculos escuros como os ditadores latino-americanos do passado, amparado pelo colega de PMDB Michel Temer, eleito presidente da Câmara, igualmente pela terceira vez. Barba e bigode. Este Michel Temer merece umas pinceladas.

Fonte: [Revista Veja].
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sexta-feira, 24 de julho de 2009

QUEM VERDADEIRAMENTE MORREU NA CRUZ?

Grécia, 1939. Um trem de carga parte de Salônica em direção aos Alpes italianos. Em um dos seus vagões viaja um precioso cofre, contendo documentos que divulgados despedaçariam o mundo cristão, lançando religião contra religião numa cruel guerra santa. Dias depois, membros da poderosa família Fontini-Cristi são brutalmente assassinados em Lago de Como, Itália, exceto Vitório, que ao escutar do pai maribundo as enigmáticas palavras "Champoluc...Zurique é Champoluc...Zurique é o Rio..." torna-se o alvo mortal de Hitler, Churchill, Mussolini e do próprio Vaticano.

Acabei de ler este livro e alguns pontos são realmente reflexivos. Entre eles algo sugerido: o de que aquele homem crucificado na cruz não era Jesus e sim um criminoso que teria sido colocado na prisão em substituição ao verdadeiro Cristo. Tudo por iniciativa de três discípulos que não concordaram com o objetivo de Jesus de morrer pela humanidade. Outro ponto: a trama gira em torno de uma "negativa" de Pedro que, na véspera de sua morte, teria deixado um pergaminho contando a "verdadeira versão dos fatos ocorridos naquele passado que deu origem ao cristianismo".

Recomendo a leitura.
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