Mostrando postagens com marcador Namoro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Namoro. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Esperando pelo homem perfeito...

É uma espera longa, sem fim. Ingrata por natureza. Existem aquelas que acreditam nessa possibilidade. Estão prontas para acreditar em muito mais, incluindo Papai Noel. Enquanto esperam pelo homem perfeito os imperfeitos disponíveis vão se juntando às menos exigentes. Esperar pelo homem perfeito significa morrer solteira...

Enéias Teles Borges

domingo, 17 de agosto de 2008

Quebrando a rotina

No último sábado minha esposa e eu resolvemos quebrar a rotina que está se tornando tormentosa. Durante a semana enfrentamos com galhardia o trânsito e as obrigações profissionais. Oportunidade para conversar existe, mas num período limitado e no tempo que eventualmente resta. Resta? Isso mesmo, no tempo que milagrosamente sobra.

Aos sábados costumamos ir à igreja. Saindo de casa pegamos um trânsito chato. Chegando cedo conseguimos um lugar para sentar, não conseguindo a situação se complica. Assistir ao culto de forma desconfortável não é nada bom. Sempre penso numa frase, quando estou em pé na igreja e em especial depois de enfrentar o famigerado e chato trânsito: “misericórdia quero, não sacrifício...”.

O próprio culto se transformou numa rotina insuportável. Liturgia arcaica e sem sentido. Formalidade repugnante e mensagens superficiais. Alguém pode dizer: “isso não é importante, a presença na igreja é para comunhão com Deus...” Fico pensando: só na igreja? E a comunhão pessoal e a comunhão familiar? A presença na igreja tem como fito principal a comunhão dos fiéis na adoração a Deus. Digam-me: qual comunhão dos fiéis existe num contexto de corre-corre e algaravia? Reverência: isso ainda existe? Se ainda existe precisa-se saber em qual templo...

Fato é que resolvemos pegar o carro e tomar a direção da estrada. Sem planejamento. Na Régis Bittencourt vimos indicação de uma cidade: Embu das Artes. Conhecíamos o município, mas fazia um tempão que por lá não passávamos. A cidade estava serena. Andamos e fomos sentar num banco da pracinha. Sabem aquelas pracinhas com coreto? Ficamos ali conversando como ocorria nos bons tempos de namoro. Depois saímos de mãos dadas pelas pequenas avenidas, olhando o artesanato, artistas esculpindo estatuetas, pessoas pintando quadros, senhoras costurando em tecidos e um outro no fabrico de bolsas. Havia até uma pequena exposição de filhotes de cães e na igreja católica peças antigas que antecediam ao período barroco.

Alguém se arvoraria a dizer que esse comportamento é contra os princípios tradicionais? Sim? E com qual autoridade? Aquela advinda do cumprimento sistematizado da rotina estonteante?

“Misericórdia quero, não sacrifício...” Conseguimos, ainda que de forma breve, esquecer da rotina da semana e do sacrifício dos sábados...

Foi um dia memorável!

Voltamos para casa e concluímos algo muito bom: isso precisa se repetir e repetir sempre.

Enéias Teles Borges

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Dia dos namorados: estamos em 2008...

Dia 12 de junho de 2008. Uma quinta-feira, dia dos namorados. O que mais há para se dizer deste dia? O que mais há para se esperar dele? À medida que o tempo passa, num convívio com a outra parte, remeto-me à reflexão. Nada mais. Não preciso de mais nada. Apenas saber que estou com ela e ela comigo desde 23 de fevereiro de 1985. Posso resumir, usando palavras que não me pertencem, o que tem sido até agora. Basta esta poesia de uma música maravilhosa que marcou nossa vida, ao longo deste namoro...

Iluminados

Composição: Ivan Lins-Vitor Martins

O amor tem feito coisas
Que até mesmo Deus duvida
Já curou desenganados
Já fechou tanta ferida

O amor junta os pedaços
Quando o coração se quebra
Mesmo que seja de aço
Mesmo que seja de pedra

Fica tão cicatrizado
Que ninguém diz que é colado
Foi assim que fez em mim
Foi assim que fez em nós
Esse amor iluminado
-
-

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Namoro: dia, mês e ano

Foi no dia 23 de fevereiro de 1985. Dia, mês e ano. Começo do nosso namoro. Local: a pizzaria Mourisco. Lembro-me como se fosse hoje. Dizem que os homens não guardam as datas importantes na memória. Comigo não! Nunca esqueci dessa.

Depois do primeiro beijo tornou-se necessária uma praça. Início de namoro sem uma pracinha? Impossível! Fomos até aquela, da Floriano Peixoto, bairro de Santo Amaro, na Capital Paulista.

Podem crer! A praça era calma e lembrava um bucólico bairro do interior.

Hoje, 22 de fevereiro de 2008, estamos a um passo de completar vinte e três anos de namoro. Não me esqueci da data e até comprei o perfume que ela diz ser o seu favorito (pelo menos por enquanto): um Mont Blanc!

Passados vinte e três anos eu reafirmo minhas convicções: um bom relacionamento é aquele que além de respeitoso é renovado a cada dia. Eu faço a minha parte e reconheço que é o mínimo. Provavelmente o maior esforço, neste sentido, adveio da minha companheira.

Companheira? Mais que isso... Uma escudeira, quem sabe. Digo apenas esta frase para não ter que declinar muitos termos e expressões.

Vinte e três anos, duas filhas. Muita luta, vitórias e decepções. Mas eu admito: nunca estive só. Hoje sei disso e provo!

Eu desejo, amigo leitor, que me seja possível, por muitos e muitos anos poder lembrar do dia, mês e ano desse fenomenal acontecimento na minha vida, e na dela, claro!

Salve vinte e três de fevereiro!

Textos Relacionados

Related Posts with Thumbnails