terça-feira, 19 de agosto de 2014

Em busca de Deus? Um deus qualquer?

Quando o ser humano se depara com a realidade e não foge dela, pensa no natural: que seria boa a existência de um ser protetor. Sentiria felicidade diante de uma verdadeira história do Super Pai. Em busca de Deus? De um deus qualquer? Na realidade o homem quer paz. Qualquer coisa que o tire das atrocidades da vida violenta e curta que lhe é destinada.

Um lugar de paz eterna seria muito bom. Principalmente se fosse de verdade...

Enéias Teles Borges

sábado, 16 de agosto de 2014

Sem alegria, sem magia...

Não é tão difícil entender o motivo da falta de alegria, do surgimento da tristeza. Acaba-se a magia, vai-se a alegria. A magia está presente quando a cumplicidade é força motriz. A dedicação e a confiança se mostram nas pequenas coisas. Quando todos acreditam em todos. Quando ninguém disputa com ninguém. Quando todos puxam a corda na mesma direção.

Sem a alegria e sem a magia a solidão passa a ser única companhia aceitável.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Igreja Universal do Reino de Deus e o seu Templo...



Entendo que ela usa a fé como mercadoria. Faz com perfeição. Mescla pentecostalismo com a história bíblica. Criou um templo que diz ser réplica do de Salomão. Na Universal Jesus é o caminho e ela é o pedágio. Quanto a isso não há dúvida.

Por outro lado não existe qualquer denominação com poder para criticá-la. Mesmo porque muitas gostariam de estar no lugar dela. Crescer como ela cresce e faturar como ela fatura.

Até as igrejas tradicionais, que arvoram ser portadoras da “verdade verdadeira”, possuem coerência suficiente para criticar.

Não existe na Terra qualquer Denominação quer mereça credibilidade. Cada uma tem o seu “Calcanhar de Aquiles”.

Diga sim à crença. Diga não às denominações. Todas são prostituídas. Não existe uma que pode se arvorar à condição de confiável. 

Enéias Teles Borges

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Meu histórico político...

Eu nunca fui de votar em partido. Sempre fiz uma verdadeira salada. Não votei na Dilma, não votei no Lula. Votei no FHC, no Serra. Votei no Suplicy. Minha decepção foi o Genoíno. Era fã dele. Sempre votei nele. Detesto o José Dirceu e não nego que tenho simpatia pelo Palocci, que seguiu a boa linha deixada pelo Malan.

Acredito que Serra é um grande administrador, mas bate muito pesado. Centralizador. Travaria o Brasil. Sem contar que traiu meu voto, largando a Prefeitura de São Paulo e depois ao largar o Governo de São Paulo. Não votarei nele. Nunca mais. Razão pela qual ele tem e merece tanta rejeição. 

Não suporto o Aécio. Seria ruim para o Brasil. PSDB errou na escolha. Acredito que Dilma é refém do PT (ela é PDT). Sempre fui fã do Brizola.

Hoje estou meio decepcionado. Cheguei a crer que aquele PSDB Histórico mudaria o Brasil. Não nego que pensei que o Lula faria algo maior.

A corrupção do PT foi algo que, para ser sincero, não esperava em tão alto grau. Nunca simpatizei com o PT, mas jamais imaginaria a existência de tantos ladrões de galinha por lá. Claro que sei dos ladrões de colarinho branco dos outros partidos. Os que se apropriam do alheio com “classe”.

Farei um teste, anulando meus votos nestas Eleições de 2014. Não fecho as portas. Poderei, nas outras, pensar diferente. Sou de assumir meus erros e apontar meus acertos.

Só não aceito que alguns cabos eleitorais de plantão venham me dar lição de moral. Como apoiar as corjas que estão por aí? Aceito quem detona tanto o PT quanto o PSDB, mas não concordo com quem os defende.

Enéias Teles Borges

sábado, 26 de julho de 2014

O ruim, o pior e o desgraçado...

Israel e a faixa de Gaza: uso de força desproporcional?

A força do mais forte não deve ser fator de opressão e sim de simplificação para os menos favorecidos. Para a humanidade em si. Ali há muito mais que força.

Existe ódio. Ódio do que é mais forte. Ódio do que é mais fraco.

Existe, sim, uso de força desproporcional.

Não há justificativa para isso. A menos que haja justificativa para a desumanidade.

Assim até mesmo Hitler teria justificativa. Qualquer homicida teria justificativa. Bastando apenas demonstrar que foi ofendido. Não importando, claro, o tamanho da ofensa...

Como é possível alguém apoiar a violência, no uso desproporcional da força e querer ser paradigma da moralidade?

O que poderia se dizer de uma pessoa que após levar um tapa, devolvesse a ofensa metralhando o ofensor?

Como não sentir nojo ao ver de um lado pedras e estilingues e do outro armas de última geração?

Não importa o País. Oriental ou Ocidental.

Não há como dar razão a qualquer tipo de massacre...

Sou contra o Hamas e suas atitudes covardes e traiçoeiras. Sou contra quem devolve na proporção de 100 por 1 ou algo que o valha...

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Noite escura e sinistra...


Por mais sinistra que pareça uma noite escura, por mais medo que ela transmita ao inseguro, por mais espantoso que seja o seu existir... Sempre haverá alguém que nela dormirá como se escura não fosse. O que torna a noite escura e sinistra? O macabro que habita o nosso ser ou a escuridão da noite?

Enéias Teles Borges 

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Solidão e abandono...


Muitas vezes nos deparamos com lugares que outrora extravasavam muita vida e alegria. Como num tristonho passe de mágica a vida e alegria se esvaem e em seu lugar ficam a solidão e o abandono. São ditames da vida finita. São momentos fugazes bons e ruins. Tudo passa. A vida, alegria a tristeza e o abandono. Muitos lugares abandonados voltam a ter vida e alegria. Com novos personagens. Que seguem dando ciclo aos acontecimentos da vida... 

Enéias Teles Borges

quinta-feira, 19 de junho de 2014

A história dos três miseráveis...



Três miseráveis pediam esmola na rua. Um político passou e cuspiu na cara dos três. Outro político passou e os ignorou. Um terceiro político passou e deu uma moeda de um real para cada um.

No dia das eleições os três miseráveis foram votar. Odiavam o político que cuspira na cara deles. Nada sentiram de bom ou ruim por aquele que os ignorou. Os três votaram no político que lhes deu esmolas de um real.

Por isso um partido como DEM, que cospe na cara do povo pobre, não vai vencer, PSDB, que ignora o pobre, não vencerá as eleições federais. E o famigerado PT que distribuiu esmolas vencerá com relativa facilidade.

Os pobres vão decidir as eleições nacionais. A classe média perdeu poder de fogo nos governos do PSDB e do PT. Os ricos sempre ganham com qualquer partido. Os pobres que nunca ganharam nada andam recebendo esmolas. Melhor a esmola do que nada...

Falo do óbvio ululante. Ninguém precisa ser gênio para chegar à mesma conclusão.

Enéias Teles Borges

quarta-feira, 21 de maio de 2014

No fim da estrada

Pode haver um parque, jardim, lago ou uma tempestade. Nossos dias têm sido estradas retas que rumam ao previsível turbilhão. Estamos num carro desgovernado. Não somos os motoristas. Quem dirige não sabe se está no caminho certo. Avista a tempestade e segue na direção dela. Estamos tensos. Somos sofridos. Mais sofrimento virá. Nosso futuro não será fácil. Temos que lutar sem ajuda de ninguém. A tempestade alcançará a todos. Muitos sucumbirão.

Enéias Teles Borges

sexta-feira, 16 de maio de 2014

A realidade e o devaneio...




Quando o Sol se põe sabemos que mais um dia se foi e mais uma noite chega. Talvez por isso muitos enxerguem a vida humana como se fosse um ciclo eterno. Não é. Sabemos que não é. Para muitos o viver de hoje será sequenciado por uma nova etapa. Acreditam que é como a noite que sucede o dia. Há quem creia que depois desta vida existe outra. Para outros existe o sono e em seguida uma nova vida. Para outros existe o fim (simples assim). Nosso planeta teve e terá muitos dias e muitas noites. Não podemos atribuir a nós uma existência similar ao nosso mundo. A realidade não anda de mãos dadas com o devaneio.  

Enéias Teles Borges

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