terça-feira, 23 de novembro de 2010

Mantenho minhas bíblias

Estou aproveitando a pintura geral que estamos fazendo em casa para "limpar" as estantes e guarda-roupas. Na estante do escritório havia livros demais! Separamos muita coisa para doação à biblioteca de uso comum que conhecemos. Dos livros religiosos eu me desfiz de todos. Mantive apenas comentários e afins, entre eles o comentário versículo por versículo da bíblia em grego e português. Mantive as bíblias em diferentes versões. São cerca de vinte. Gosto de comparar os diversos textos, contemplando a maneira como os homens tentaram forçar suas interpretações neste livro milenar.

Passei adiante os últimos livros que eu possuía, do meu tempo de estudante de teologia. O bacharel da velha guarda tem acesso ao mesmo material via internet e é justo que os livros que estavam empoeirados nas estantes seguissem para mãos interessadas em lê-los. Serão mais úteis fora do que dentro de nossa casa...

Não consegui, porém, desfazer-me das versões da bíblia. Foram muitos anos de leitura e estudo e penso que tal livro sempre trará fatos para a humanidade. Ainda que sejam conclusões contrárias às tradições.

Sei que um estudo desapaixonado da bíblia tem benefícios. Não importa quais sejam, mas existem e quero localizá-los. Considero fascinante a possibilidade de rever os escritos bíblicos sem as perniciosas influências de escritores paralelos metidos a profetas...

Enéias Teles Borges

Postagem original: 21/07/2009
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2 comentários:

Micha disse...

"Sei que um estudo desapaixonado da bíblia tem benefícios".

Concordo. A Bíblia é um livro milenar, como você afirmou no post, e como tal é uma fonte de pesquisa pra quem se interessa pelos costumes e maneiras de pensar de um povo que viveu em um tempo diferente do que nós vivemos hoje.

Beijos

=D

Altamirando Macedo disse...

Não há mal nenhum em ler a Bíblia(com maiúscula,he,he.).Para quem lê Paulo Coelho e Jô Soares, ela soa como best selers se lida sem beatitudes.

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