Transmitir as convicções e temores é ensinamento? Seria uma forma perseverante de fazer a cabeça? Desde cedo (tenra idade) mostrar aos educandos que são “felizardos” (nasceram no lugar certo e no contexto certo) é um ensino efetivo ou uma transmissão sistematizada de conceitos próprios? Poderíamos usar a expressão “conceitos próprios” para os ensinos oriundos da tradição ou da não contestação?Como diferenciar ensinamento de indução (fazer a cabeça)? É possível sugerir que pais e educadores, em nome do ensinamento, estão contribuindo para alienação em massa, tanto no campo efetivamente social quanto no religioso?
Ensinando ou fazendo a cabeça? Eis uma pergunta que não quer calar...
Enéias Teles Borges
Postagem original: 12/01/2009
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Um comentário:
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