
Ela ligou para o trabalho avisando que iria ao pronto socorro. Resolvi levá-la pois se ela não podia andar, como poderia dirigir o veículo? Remarquei meus compromissos da manhã para a tarde e os da tarde para a noite e fui à clínica. Consulta, raio “x” e gesso por oito dias. Ela está em casa, de “molho” e não poderá pisar no chão até sábado. Somente na próxima quinta-feira será feita nova avaliação médica.
Parecia algo tão insignificante, mas como terminou?
Fiquei refletindo a respeito desses pequenos incidentes, dos pequenos detalhes que no primeiro momento parecem sem valor. Quantas coisas boas e ruins acontecem pelo cuidado ou pela negligência?
Pensei também: e se eu tivesse negligenciado, achado que era algo simples demais e não tivesse ido junto? Sei que as coisas teriam se resolvido, mas como costumo parafrasear: “não basta ser marido, tem que cuidar...”
Moral da história: deveremos sempre (sempre mesmo!) atentar para as pequenas coisas. Essa pequenez pode ser apenas aparente.
Até cito uma frase que valoriza o arrazoado acima:“de tostão em tostão se chega ao milhão” (Tio Patinhas). Sabe-se, também, que de tostão em tostão se gasta um milhão.
Valorizando as pequenas coisas chega-se a um lugar, desvalorizando as pequenas coisas chega-se a outro lugar.
É tudo uma questão de escolha, pelo cuidado ou pela negligência.
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Um comentário:
Que azar da Graciane! Desejo a ela uma rápida recuperação.
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