
Os motoristas de caminhões protestam: prejuízo, perigo de assalto nas beiras das estradas à espera da hora para poder transitar. Outros que saem do Sul em direção ao Nordeste e os que fazem ao contrário também: reclamam! Precisam passar por dentro da cidade de São Paulo e ficam sujeitos ao rodízio municipal. São Paulo pára e com ela boa parte do Brasil. Vale a pena? Apenas um paliativo: a cidade vai parar...
Momento de política! O trânsito virou bandeira de todos. Alegam que irão melhorar as condições de tráfego. Como? Só prendendo motoristas e carros (a maioria) dentro das casas e garagens. O que todos dizem é algo similar e inacreditável. Paliativos e paliativos: a cidade vai parar...
Não adianta dar murro em ponta de faca. A cidade de São Paulo precisa ser esvaziada ou ter transporte coletivo bom e em abundância. E que abundância! Tudo isso demanda tempo. Muito tempo! Enquanto isso os paliativos emergem: a cidade vai parar...
Enquanto a cidade não pára e segue andando devagar, quase parando... O que fazer? Conviver com a poluição, com o desconforto dentro dos carros e com as fortes dores nas costas...
Continuar sofrendo, sofrendo e sofrendo. E saber, claro, que a cidade vai parar...
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2 comentários:
A solução para o trânsito em São Paulo é colocar todos os corruptos e corruptores na cadeia. Com isto eliminaremos 50% da circulação e pouparemos aos cofres públicos do Brasil algo em torno de 160 bilhões de reais por ano. É claro que com esta ação em um nível nacional, praticamente faremos de Brasília uma cidade fantasma, mas que seja!
Prefiro fantasmas do que funcionários fantasmas;
Prefiro vampiros bebedores de sangue do que vampiros políticos que sugam os cofres deste país;
Prefiros lobisomens, Franksteins e outros monstros do que esta corja horripilante de zumbis políticos que só sabem ferrar o povo brasileiro.
Mas como vivemos no país da impunidade, ninguém vai ser preso e São Paulo vai parar...
Gostaria de trabalhar em casa (Home Office), assim me livraria do trânsito e de outros desconfortos. Por enquanto, vou ter que continuar amargando os 21 Km que separam minha casa do local em que trabalho.
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