Convites permanentes à reflexão. Fomento de ponderações racionais construtivas. Textos de Filosofia, Teologia e Direito. Tentativas constantes de análise do mundo sob as perspectivas filosófica e teológica.
sábado, 21 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Previsivelmente Irracional
Sabe por que é tão comum prometermos a nós mesmos que vamos fazer dieta,
mas essa idéia desaparece assim que chega a sobremesa? Sabe por que nos
surpreendemos comprando coisas de que não precisamos? Sabe por que
continuamos com dor de cabeça depois de tomar uma aspirina de cinco
centavos, mas
essa mesma dor de cabeça desaparece quando a aspirina custa 50 centavos?
Ao concluir a leitura deste livro, você saberá responder a estas e a
muitas
outras perguntas que têm implicações na vida particular, na vida
profissional e no modo como encaramos o mundo. O livro o ajudará a
repensar a fundo
a forma como você e as pessoas em sua volta agem. Por meio de uma série
de experiências divertidas e surpreendentes, Dan Ariely demonstra que a
nossa
capacidade de raciocínio tem defeitos provocados por forças invisíveis -
emoções, relatividade, expectativas, apego, normas sociais - que nos
induzem
a fazer escolhas "Previsivelmente Irracionais".
Nota: Minha dica de leitura. Agradável de ler, objetivo e reflexivo.
Enéias Teles Borges
Enéias Teles Borges
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
A alienação Social
Alienação é o fenômeno pelo qual os homens criam ou produzem alguma
coisa, dão independência a esta criatura como se ela existisse por si
mesma e em si mesma, deixam-se governar por ela como se ela tivesse
poder em si e por si mesma, não se reconhecem na obra que criaram,
fazendo-a em ser outro, separado dos homens, superior a eles e com poder
sobre eles.
Na alienação social, os seres humanos não se reconhecem como produtores de instituições sociopolíticas (como, por exemplo, o Estado, a família, o casamento, a propriedade, o mercado, etc.) e oscilam entre duas atitudes: ou aceitam passivamente tudo que existe, por ser tido como natural, divino ou racional, ou se rebelam individualmente, julgando que, por sua própria vontade e inteligência, pode mais do que a realidade que os condiciona. Nos dois casos, a sociedade é o outro (alienus), algo externo a nós, separado de nós e com poder total ou nenhum poder sobre nós.
A alienação social se exprime numa "teoria" do conhecimento espontânea, formando o senso comum da sociedade. Por seu intermédio, são imaginadas explicações e justificativas para a realidade tal como é diretamente percebida e vivida.
Um exemplo desse senso comum aparece no caso da "explicação" da pobreza, em que o pobre é pobre por sua própria culpa (preguiça, ignorância) ou por vontade divina ou por inferioridade natural. Esse senso comum social, na verdade, é o resultado de uma elaboração intelectual sobre a realidade, feita pelos pensadores ou intelectuais da sociedade – sacerdotes, filósofos, cientistas, professores, escritores, escritores, jornalistas, artistas -, que descrevem e explicam o mundo a partir do ponto de vista da classe a que pertencem e que é a classe dominante da sua sociedade.
Essa elaboração intelectual incorporada pelo senso comum social é a ideologia. Por meio dela, o ponto de vista, as opiniões e as idéias de uma das classes sociais – a dominante e a dirigente – tornam-se o ponto de vista e a opinião de todas as classes e de toda a sociedade.
A função principal da ideologia é ocultar e dissimular as divisões sociais e políticas, dar-lhes a aparência de indivisão e de diferenças naturais entre os seres humanos. Indivisão: apesar da divisão social das classes, somos levados a crer que somos todos iguais porque participamos da idéia de "humanidade", ou da idéia de "nação" e "pátria", ou da idéia de "raça", etc. Diferenças naturais: somos levados a crer que as desigualdades sociais, econômicas e políticas não são produzidas pela divisão social de classes, mas por diferenças individuais de talentos e de capacidades, da inteligência, da força de vontade maior ou menor, etc.
A produção ideológica da ilusão social tem como finalidade fazer com que todas as classes sociais aceitem as condições em que vivem, julgando-as naturais, normais, corretas, justas, sem pretender transformá-las ou conhecê-las realmente, sem levar em conta que há uma contradição profunda entre as condições reais em que vivemos e as idéias.
Na alienação social, os seres humanos não se reconhecem como produtores de instituições sociopolíticas (como, por exemplo, o Estado, a família, o casamento, a propriedade, o mercado, etc.) e oscilam entre duas atitudes: ou aceitam passivamente tudo que existe, por ser tido como natural, divino ou racional, ou se rebelam individualmente, julgando que, por sua própria vontade e inteligência, pode mais do que a realidade que os condiciona. Nos dois casos, a sociedade é o outro (alienus), algo externo a nós, separado de nós e com poder total ou nenhum poder sobre nós.
A alienação social se exprime numa "teoria" do conhecimento espontânea, formando o senso comum da sociedade. Por seu intermédio, são imaginadas explicações e justificativas para a realidade tal como é diretamente percebida e vivida.
Um exemplo desse senso comum aparece no caso da "explicação" da pobreza, em que o pobre é pobre por sua própria culpa (preguiça, ignorância) ou por vontade divina ou por inferioridade natural. Esse senso comum social, na verdade, é o resultado de uma elaboração intelectual sobre a realidade, feita pelos pensadores ou intelectuais da sociedade – sacerdotes, filósofos, cientistas, professores, escritores, escritores, jornalistas, artistas -, que descrevem e explicam o mundo a partir do ponto de vista da classe a que pertencem e que é a classe dominante da sua sociedade.
Essa elaboração intelectual incorporada pelo senso comum social é a ideologia. Por meio dela, o ponto de vista, as opiniões e as idéias de uma das classes sociais – a dominante e a dirigente – tornam-se o ponto de vista e a opinião de todas as classes e de toda a sociedade.
A função principal da ideologia é ocultar e dissimular as divisões sociais e políticas, dar-lhes a aparência de indivisão e de diferenças naturais entre os seres humanos. Indivisão: apesar da divisão social das classes, somos levados a crer que somos todos iguais porque participamos da idéia de "humanidade", ou da idéia de "nação" e "pátria", ou da idéia de "raça", etc. Diferenças naturais: somos levados a crer que as desigualdades sociais, econômicas e políticas não são produzidas pela divisão social de classes, mas por diferenças individuais de talentos e de capacidades, da inteligência, da força de vontade maior ou menor, etc.
A produção ideológica da ilusão social tem como finalidade fazer com que todas as classes sociais aceitem as condições em que vivem, julgando-as naturais, normais, corretas, justas, sem pretender transformá-las ou conhecê-las realmente, sem levar em conta que há uma contradição profunda entre as condições reais em que vivemos e as idéias.
(Marilena Chaui cita em seu livro O que é Ideologia)
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Alienação necessária?
Imaginemos, por um pequeno instante, que as pessoas humildes do mundo, que sofrem diariamente, que não possuem o pão necessário, que trabalham como se fossem escravos, que não usufruem de qualquer tipo de prazer, tais como passeios, bons restaurantes, boa residência, boas vestimentas, boa saúde, plano de saúde, plano de aposentadoria e afins, perdessem, como por encanto, a fé num ser superior, que haveria de compensar, na eternidade, todas as dificuldades encontradas neste mundo cão.
Será que essa massa sofredora, que renova seus esforços todo dia, crendo na proteção divina, separando um pouco do dinheiro que tem, para colaborar com a difusão da luz (dízimos e ofertas), estaria preparada para viver descrendo na existência de um ser superior?
Como se comportaria esse povo, que vive "sem eira nem beira", se de repente perdesse a fé num Deus poderoso e pessoal, que cuida de cada um? Será que tal povo manteria a disposição para continuar nessa vida miserável ou partiria para uma guerra compensatória? Uma coisa é viver de forma desgraçadamente dura, tendo um paraíso a herdar. Outra é viver essa mesma vida, sem qualquer tipo de esperança.
A grande questão é: diante da convicção da inexistência de um ser protetor, a massa deveria saber da verdade ou deveria ser mantida sob as rédeas de uma fé?
Existiria, neste caso, justificativa para uma alienação necessária?
Enéias Teles Borges
domingo, 15 de janeiro de 2012
Conhecer ou pensar que conhece?
Existe uma grande diferença entre “conhecer” e “pensar que conhece”. Espera-se do conhecedor o exercício pleno de sua capacidade racional. Conhece porque auferiu subsídios em ações individuais.Aquele que pensa que conhece é um cego que não enxerga a escuridão na qual se encontra. Na realidade assimilou os pensamentos que vagueavam e/ou vagueiam próximos ao seu contexto e os sugou. Confunde absorção do pensamento de terceiros com aquisição de conhecimentos personalizados.
É natural supor que tudo o que existe no mundo já é de conhecimento geral, não me concentro nisso. Chamo a atenção para a realidade: a ausência plena de questionamento impede a pessoa de chegar aos fatos usando a própria mente. Por usar o pensar de terceiros o indivíduo deixa de usufruir da maior capacidade humana: a racionalidade.
Quem contribui para isso? A educação que conduz ao condicionamento sem especulação. Não apenas a educação. O viés religioso é, quem sabe, o principal fator de obliteração da mente.
O que normalmente ocorre: os pais, que não questionam, repassam “seus conhecimentos” acrescidos da famigerada bitola que receberam dos seus ancestrais.
Esse direcionamento, recebido no seio da família, na escola e no contexto religioso, forma pessoas aptas para a atual sociedade de consumo. Consumo de tudo o que passar pela frente, tanto no campo material quanto no campo das ideias.
Hoje é praticamente impossível encontrar, na maioria das pessoas, um traço de escolha sem preconceitos ou sem direcionamentos. É um atentado à capacidade do homem para pensar e traçar seu caminho.
Quem hoje tem coragem suficiente para olhar para dentro de si e perguntar: conheço do que eu quis conhecer ou conheço daquilo que me fizeram conhecer? Posso dizer que conheço alguma coisa? Devo admitir que na realidade eu sou fruto do que fizeram à minha mente e das “escolhas” que me impuseram?
Sabemos que influências existem e que nos afetam. Sabemos também que existe muito a conhecer e que está à nossa disposição. À disposição e livre. Livre e à vontade. O exercício do livre pensar é sem limites para quem o queira. Queira e tenha coragem. Coragem suficiente para (até) romper com toda a tradição acumulada.
Enéias Teles Borges
Postagem original: 30/04/2008.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
O apóstolo e o prosélito
No meio religioso tem havido uma mistura conceitual que impede o entendimento das características do apostolado e do proselitismo.
Um bom dicionário certamente conceitua a atividade precípua do apóstolo como sendo a de um encarregado de difundir a palavra de Deus ou quem sabe, de forma alternativa, dizer que o apóstolo é um missionário abnegado.
Esse mesmo dicionário mostraria que o prosélito é um recém-convertido ou uma pessoa que se converteu a uma religião, seita, doutrina, etc.
Observando assim é bem fácil entender, mas o que tem causado confusão no meio evangélico?
Falando apenas do que se vê no Brasil: o movimento cristão é fruto de um sectarismo crescente. Entendo sectarismo como bem declinado na língua portuguesa, isto é, “espírito limitado, estreito, de seita” (dicionário Hauaiss).
Na prática o que isso significa? Que as religiões atuais, notadamente as mais agressivas, têm confundido apostolado com o proselitismo.
Como assim?
Notaram que muitas pessoas estão mais preocupadas em trazer pessoas para a sua agremiação religiosa do que simplesmente pregar o Evangelho?
Pregar o Evangelho sem bandeira é o apostolado. Aí a preocupação é mostrar às pessoas um Cristo crucificado e ressurrecto. Simplesmente fazer o mesmo que os discípulos fizeram: propagar as boas novas de salvação.
Fazer proselitismo é diferente. As igrejas e seitas entendem que depois do apostolado há algo mais esperando (necessariamente) o converso: sua adesão à comunidade instituída.
É comum ouvir de pessoas sinceras algo assim: “fulano já conhece toda a verdade, falta-lhe o batismo em nossa igreja”. Notem que a adesão é ponto importantíssimo na interpretação dos que promovem o proselitismo. É uma forma de doutrina “da porta fechada”, presente em quase todas as igrejas e seitas do Brasil.
Isso é correto?
Você acredita que a salvação das pessoas passa pela sua igreja? Caso pense diferente: por que esse desespero em levar os indivíduos ao batismo em seu grupo? Ou como dizem alguns: “das trevas para a luz”? Você crê no exclusivismo evangélico? Julga-se um ilustre felizardo por estar na única igreja verdadeira?
Enéias Teles Borges
Postagem original: 19/02/2008
Um bom dicionário certamente conceitua a atividade precípua do apóstolo como sendo a de um encarregado de difundir a palavra de Deus ou quem sabe, de forma alternativa, dizer que o apóstolo é um missionário abnegado.
Esse mesmo dicionário mostraria que o prosélito é um recém-convertido ou uma pessoa que se converteu a uma religião, seita, doutrina, etc.
Observando assim é bem fácil entender, mas o que tem causado confusão no meio evangélico?
Falando apenas do que se vê no Brasil: o movimento cristão é fruto de um sectarismo crescente. Entendo sectarismo como bem declinado na língua portuguesa, isto é, “espírito limitado, estreito, de seita” (dicionário Hauaiss).
Na prática o que isso significa? Que as religiões atuais, notadamente as mais agressivas, têm confundido apostolado com o proselitismo.
Como assim?
Notaram que muitas pessoas estão mais preocupadas em trazer pessoas para a sua agremiação religiosa do que simplesmente pregar o Evangelho?
Pregar o Evangelho sem bandeira é o apostolado. Aí a preocupação é mostrar às pessoas um Cristo crucificado e ressurrecto. Simplesmente fazer o mesmo que os discípulos fizeram: propagar as boas novas de salvação.
Fazer proselitismo é diferente. As igrejas e seitas entendem que depois do apostolado há algo mais esperando (necessariamente) o converso: sua adesão à comunidade instituída.
É comum ouvir de pessoas sinceras algo assim: “fulano já conhece toda a verdade, falta-lhe o batismo em nossa igreja”. Notem que a adesão é ponto importantíssimo na interpretação dos que promovem o proselitismo. É uma forma de doutrina “da porta fechada”, presente em quase todas as igrejas e seitas do Brasil.
Isso é correto?
Você acredita que a salvação das pessoas passa pela sua igreja? Caso pense diferente: por que esse desespero em levar os indivíduos ao batismo em seu grupo? Ou como dizem alguns: “das trevas para a luz”? Você crê no exclusivismo evangélico? Julga-se um ilustre felizardo por estar na única igreja verdadeira?
Enéias Teles Borges
Postagem original: 19/02/2008
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
O ano de 2012 está pegando fogo!
Não estou preocupado com o suposto fim do mundo em 21 de dezembro de 2012, mas devo admitir que no contexto da minha vida, 2012 começou pegando fogo.
No dia 06 de janeiro indo na direção de Bertioga, na Rio-Santos, numa reta com lombadas no asfalto, um veículo colidiu com o nosso. O infrator sequer tem seguro, de forma que estou arcando com franquia e afins.
A bruxa segue solta. Às 23 horas de ontem um dos meus sócios teve fratura exposta no joelho, está internado à espera da cirurgia e, ao que tudo indica, ficará meses no estaleiro. Precisa, inclusive, de uma prótese, que sequer existe no Brasil.
Espero que os horrores parem por aqui...
Enéias Teles Borges
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
A morte, a tristeza e o esquecimento
A morte é a maior e mais contundente certeza da vida. Quem está vivo haverá de morrer. É certo que muitos acreditam na possibilidade de nunca passar pela morte. É o caso dos que creem que Jesus Cristo retornará à Terra e levará para o Paraíso os justos vivos e ressuscitará os mortos igualmente corretos. Claro que somente os que estiverem vivos e forem considerados fiéis e justos serão levados em vida e, logo, jamais experimentarão a morte. Existem muitos (muitos mesmo!) que não acreditam dessa maneira. Quer sejam ateus, quer sejam criacionistas que imaginam a continuidade e fim da vida de forma divergente daquela, exposta logo acima. Para esses muitos a morte é a maior e mais contundente certeza da vida.
A tristeza, à qual quero me referir, é decorrente da morte. O sofrimento dos que ficam e assistem à partida dos seus queridos familiares e amigos. A morte tem como companheira a tristeza. Ela, a morte, vem e deixa um rastro de sofrimento e melancolia. Tal tristeza é mais uma certeza que essa vida nos outorga. Como não se entristecer, ainda que poucas vezes na vida? Quem não se consterna diante da morte que espreita a todos?
O esquecimento é o passo derradeiro. A morte vem trazendo a tristeza em seu bojo e a tristeza, massacrada pelo tempo, dá lugar ao esquecimento. O curioso é que podemos enxergar tristeza no esquecimento. Não é triste que nos esqueçamos da dor decorrente da partida dos nossos queridos? Não é fato irônico que o tempo, que minora a dor, por meio do esquecimento, nos traga a tristeza, justamente por nos esquecermos do vigor e da alegria resultante da presença dos que antes eram vivos?
Parece-nos que esse mundo nos deixa sem boas alternativas. A morte certamente virá, a tristeza estará em sua companhia e nos restará, quase ao fim, a ação do tempo, que nos fará esquecer da dor. Tudo isso até que chegue a nossa hora de sair da vida...
Enéias Teles Borges
Postagem original: 31/03/2010
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Ano novo, rotina velha
Estamos em 2012. Ano novo, sim, rotina velha, certamente. Já sabemos como será o início de ano, com chuvas torrenciais, notícias velhas (repetidas) e notícias novas. Europa em crise será o principal assunto econômico no início do ano e quem sabe ao longo dele. O Brasil enfrentará a crise mundial sem maiores dificuldades? O ano responderá.
O ano que se inicia será terrível para muitos que acreditam na "Profecia Maia". Não tenhamos dúvida: muitos acreditam nisso! Os sermões dos profetas de plantão, com roupas novas, divulgando e criando dificuldades e vendendo, a peso de ouro, as facilidades. Profecias receberão roupas novas.
O mundo seguirá seu rumo, como foi em 2011, 2010, 2009...
Enquanto isso o que devemos fazer? Seguir na luta pela sobrevivência.
Bom dia, 2012!
Enéias Teles Borges
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
O que é conversão?
O que é conversão? Basta ampliar a foto para "enxergar" uma interpretação bem prática, de acordo com o pensamento de alguns...
(Fonte: Genizah)
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
A fé e o dinheiro...
Se Deus é o Caminho, eu sou o Pedágio!
Templo é Dinheiro!
Pequenas Igrejas, Grandes Negócios!
Pneus Pentecostal, levando você direto para o Céu!
(Popular)
Templo é Dinheiro!
Pequenas Igrejas, Grandes Negócios!
Pneus Pentecostal, levando você direto para o Céu!
(Popular)
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
A morte pede carona
Não me refiro apenas aos filmes que disseminaram terror nas telas do cinema. Refiro-me a ela, que insiste o tempo todo em pegar carona na vida dos viventes. Ela, que muitas vezes pede carona de maneira forçada, andou atuando em demasia nos últimos dias. Nas estradas, nas calamidades oriundas do poder da natureza, nas demais mazelas da existência humana. A morte não desiste. Ela insiste em querer carona.
Serve-se da carona de forma violenta, ao encurtar a vida de muitos, pede carona aos enfermos, aos viciados e tenta conduzir os seres equilibrados ao desequilíbrio. Com sua foice arremete-se contra os vivos. Racionais e irracionais. Ataca o reino animal e também o vegetal. A morte não discrimina. Pede carona a todos!
Sinto falta das frases de efeito que tanto ouvi e que tanto falei. Entre elas uma que soa maravilhosamente bem: "tragada foi a morte pela vitória" (I Corintios 15:54).
Fato é que enquanto não for tragada (se é que algum dia será), a morte seguirá ao nosso lado. Pedindo carona de forma suave e de forma violenta. O mundo dos que não mais existem tem provado que ela conseguiu todas as caronas que tentou. Em alguns casos demorou muito em outros nem tanto, mas que ela conseguiu não há dúvida. É certo que ela um dia pegará carona ao nosso lado. É tudo questão de tempo...
Enéias Teles Borges
domingo, 25 de dezembro de 2011
Adeus 2011, que venha 2012
O ano de 2011 está chegando ao fim. Como descrever a passagem deste ano na minha vida? Posso dizer, aos 49 anos de idade, que foi um ano de superação. Precisei abrir mão de valores importantes, para priorizar outros que foram e são essenciais.
A luta no início do dia
Durante o período letivo eu me levantei, de segunda à sexta, às cinco da manhã. Deixava uma filha no Mackenzie (Jornalismo) e a outra na PUC (História). O trânsito caótico e assustador de São Paulo ainda não permite que a filha mais velha circule por suas avenidas. Está habilitada e possui veículo próprio, mas carece de experiência para vencer os malucos motoqueiros do trânsito paulistanos e muito mais. É certo que a mais nova iniciará preparativos para se habilitar e começar, também, a enfrentar a luta no trânsito desta metrópole. Até que se sintam seguras eu seguirei madrugando e deixando-as nas respectivas faculdades. Vale dizer, portanto, que 2012 reserva mais desafios.
A família segue muito unida e aliada
Não fosse pelo retorno diário ao lar, à comunhão com esposa e filhas, eu teria sucumbido em 2011. Cansaço absurdo! O corpo já não ajuda tanto. Desde 1990 eu enfrento o trânsito de São Paulo diariamente. São 21 anos de cansaço e enfado. Nunca me envolvi em acidentes, mas já fui assaltado num engarrafamento. O que realmente tem importado é que dia após dia eu retornei para casa consado, mas com senso de missão cumprida.
O trabalho é outra batalha
Sou advogado tributarista. Presto serviço para empresas. Os anos de 2009 e 2010 foram bons. Acumulei gordura que começou a ser gasta em 2011. Estive prestes a invadir a reserva de emergência, quando o mês de dezembro resolveu nos sorrir. Conseguimos em um mês o que foi impossível em onze. Papai Noel? Fato é que esta foi a grande vitória de 2011. A vitória que propicia a possibilidade de seguir em frente no ano de 2012. Sem maiores problemas de ordem financeira. Mas 2012 precisará, como ocorreu em 2011, pagar seus custos. Que venha, portanto, 2012!
Fora a parte financeira devo admitir que o operacional foi fogo puro! Enfrentar a rotina do Poder Judiciário, na defesa dos interesses da clientela requer perseverança e muita paciência. Enfrentar os balcões dos fóruns em São Paulo e no interior... Que refeição indigesta! O que posso dizer? Que a dificuldade valorizou a superação...
Distância dos amigos
Com tudo isso faltou tempo para o prazer com amigos. Nada de encontros nos finais de semana. Pouco de ida aos eventos eclesiásticos, nada de participar da música no Coro Masculino. Nada de quase tudo! Isso fez falta. Ocorre que nos finais de semana o meu sonho de consumo era um só: poder ficar em casa, dormir e não olhar para qualquer carro. O trânsito de São Paulo é meu inimigo...
Alívios em 2011: um Cruzeiro no Carnaval, um descanso em Caldas Novas, Comemoração dos 25 anos de casamento em Monte Verde, algumas idas a Ubatuba e passeio a Campos do Jordão. Visita a parentes em Sorocaba...
Que venha 2012
Não sei exatamente como será, mas estou de peito aberto e pronto para o enfrentamento. Que seja menos rigoroso que 2011. Em 2012 completarei 50 anos e é hora de diminuir o ritmo. Não quero muito. Basta-me manter o que foi conquistado até aqui. Desejo saúde para minha família, desejo manter a energia suficiente para seguir lutando.
Muita paz para os amigos
Quero agradecer a todos. Aos amigos do Facebook e do Twitter. Pelos leitores fieis dos meus sete blogues. Pelos constantes elogios e votos de confiança. Não temo expor meu ponto de vista e espero que ele ajude a quem se interessar. Lendo meus textos haverão de enxergar minhas virtudes e defeitos e incorporar o que é útil. Agradeço a todos que me brindaram com textos e mensagens. A internet tem suas virtudes e entre elas a vasta biblioteca virtual e os muitos blogues e páginas elucidativas.
Espero que todos tenham tido um 2011 vitorioso e estejam prontos para encarar e percorrer o ano de 2012.
Sucessos!
Enéias Teles Borges
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
A História do Papai Noel
A História do Papai Noel
O Papai Noel nem sempre foi como o conhecemos hoje. No início da história do Natal cristão, quem distribuía presentes durante festividades natalinas era uma pessoa real: São Nicolas. Ele vivia em lugar chamado Myra, hoje Turquia, há aproximadamente 300 anos AC. Após a morte de seus pais, Nicolas tornou-se padre.
O Papai Noel nem sempre foi como o conhecemos hoje. No início da história do Natal cristão, quem distribuía presentes durante festividades natalinas era uma pessoa real: São Nicolas. Ele vivia em lugar chamado Myra, hoje Turquia, há aproximadamente 300 anos AC. Após a morte de seus pais, Nicolas tornou-se padre.
As histórias contam que São Nicolas colocava sacos de ouro nas chaminés ou os jogava pela janela das casas. Os presentes de natal jogados pela janela caíam dentro de meias que estavam penduradas na lareira para secar. Daí a tradição natalina de pendurar meias junto à lareira para que o Papai Noel deixe pequenos presentinhos.
Alguns anos depois, São Nicolas tornou-se bispo e, por esse motivo, passou a vestir roupas e chapéu vermelhos e barba branca. Depois de sua morte, a Igreja nomeou-o santo e, com o início das celebrações de Natal, o velhinho de barba branca e de roupas vermelhas passou a fazer parte das festividades de fim de ano.
Papai Noel atual: como foi construída sua imagem
O Papai Noel que conhecemos hoje surgiu em 1823, com o lançamento de “Uma visita de São Nicolas”, de Clement C. Moore. Em seu livro, Moore descrevia São Nicolas como “um elfo gordo e alegre”. Quarenta anos mais tarde, Thomas Nast, um cartunista político criou uma imagem diferente do Papai Noel, que era modificada ano a ano para a capa da revista Harper’s Weekly. O Papai Noel criado por Nast era gordo e alegre, tinha barba branca e fumava um longo cachimbo.
Entre 1931 e 1964, Haddon Sundblom inventava uma nova imagem do Papai Noel a cada ano para propagandas da Coca-Cola, que eram veiculadas em todo o mundo na parte de traz da revista National Geografic. E é esta a imagem do Papai Noel que conhecemos hoje.
Fonte: Presente de Natal.
Coisas de menino...

Quando eu era menino pensava como menino e acreditava nas coisas de menino. Acreditava em Papai Noel e em duendes. Na existência do Bem e do Mal.
Quando deixei de ser menino eu parei de pensar e acreditar como menino. Não acredito mais na existência de Papai Noel, não creio mais na existência de duendes.
Será que existem mais coisas de menino nas quais ainda acredito? Será que não existem mais coisas de menino e tudo no que acredito é coisa de adulto?
Será que apesar de não ser mais menino eu insisto em não crescer e continuo acreditando em coisas de menino, mesmo sendo adulto?
Será que continuo com a esperança típica de menino?
Será que continuo com o mesmo medo que sente (...) um menino?
Enéias Teles Borges
Postagem original: 24/04/2008
Quando deixei de ser menino eu parei de pensar e acreditar como menino. Não acredito mais na existência de Papai Noel, não creio mais na existência de duendes.
Será que existem mais coisas de menino nas quais ainda acredito? Será que não existem mais coisas de menino e tudo no que acredito é coisa de adulto?
Será que apesar de não ser mais menino eu insisto em não crescer e continuo acreditando em coisas de menino, mesmo sendo adulto?
Será que continuo com a esperança típica de menino?
Será que continuo com o mesmo medo que sente (...) um menino?
Enéias Teles Borges
Postagem original: 24/04/2008
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Fanatismo: expulsando demônios...
Nota: A tendência é piorar. Pessoas com baixo nível de entendimento, sendo envenenadas por pastores, bispos e afins, produzem esse tipo de resultado. Um absurdo que haverá de se repetir com o crescimento dos muitos difusores da Fé Cega e Faca Amolada (FCFA). Lamentável!
Enéias Teles Borges
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
O ânimo em São Paulo ou a falta dele...
Andando pelo
Centro de São Paulo, hoje pela manhã, pude notar, mais uma vez, como a multidão
guarda dentro de si outra multidão de pessoas solitárias. Sozinhos em meio à
multidão as pessoas andam, olham e voltam a andar. São pessoas de diferentes
cores e aspectos. Pobre e ricas. A solidão acompanha a todos os viventes.
Aproximam-se
os dias de festa. Natal e Ano Novo. Tudo de velho nos momentos novos que vão
chegando. Desejar Boas Festas é apenas algo rotineiro. Costume que se tem de
desejar a quem quer que seja um Feliz Natal e um próspero Ano Novo. Frases
velhas em momentos que vão chegando.
Algum
problema em usar frases velhas? É certo que não. O ânimo de quem se serve de
tais frases é que precisa estar renovado. Como então fazer reviver um ânimo que
insta em se aprofundar no abismo?
São tantas
as dificuldades enfrentadas pelos valentes paulistanos, que fica difícil fazer
uma lista. Trânsito, frio, calor, enchentes, poluição, metrô lotado, ônibus que
achatam como se fossem latas de sardinha...
A despeito
de tudo isso, devemos tentar levantar nosso ânimo e dizer, sem a preocupação com
a idade das frases: “Feliz Natal!” e “Próspero Ano Novo!”...
Enéias Teles Borges
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Planetas do tamanho da Terra
Astrônomos da sonda espacial Kepler anunciaram nesta terça-feira (20) a descoberta de mais dois planetas fora do Sistema Solar: “Kepler-20e” e “Kepler-20f”. Os dois são os primeiros dentre os descobertos a ter quase exatamente o mesmo tamanho que a Terra. Eles também orbitam uma mesma estrela parecida com nosso Sol.
O 20f tem praticamente o mesmo raio da Terra e o 20e é um pouquinho menor (mais ou menos do tamanho de Vênus). São os dois menores já descobertos fora da nossa vizinhança. Eles estão a 950 anos-luz de distância.
Fonte: Globo.
Nota: Cada vez mais perto...
Enéias Teles borges
Pois a vida continua...
Alguém poderia cantar, junto com o Zeca Pagodinho “... deixa a vida me levar...” e tentar esquecer as múltiplas mazelas. É certo que antes, durante e depois da tempestade, a vida segue em frente no compasso do tempo.Passadas as agruras ou ainda continuando os medos, precisamos remar a vida. Nossa luta é como naquela da canção poética “rema, rema o remador...” O que somos senão pessoas num imenso rio deixando que as águas simplesmente nos levem ou remando para tentar implementar nossas escolhas remando, ainda que contra a correnteza?
Temos que, mais uma vez como numa música poética, “levantar a cabeça, sacudir a poeira e dar a volta por cima”, pois, em conformidade com um adágio popular: “a vida é dura para quem é mole!”
“Vamos em frente porque atrás vem gente”, pois a vida continua...
Enéias Teles Borges
Postagem original: 12/02/2009
domingo, 18 de dezembro de 2011
Viver é morrer...
O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela. (Fernando Pessoa)
sábado, 17 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Canibalismo estelar
Utilizando um telescópio
virtual de 130 metros de diâmetro, capaz de observar com uma nitidez 50
vezes superior ao Telescópio Espacial Hubble, uma equipe de astrônomos
europeus registrou as melhores imagens até agora obtidas do momento que
uma estrela é canibalizada por sua companheira.
As imagens foram registradas simultaneamente por quatro telescópios auxiliares de 1.8 metro de diâmetro, instalados no Observatório do Paranal, nos Andes chilenos. A luz captada por cada instrumento foi canalizadas em um dispositivo óptico do tamanho de um cartão de crédito, produzindo um padrão de interferência capaz de gerar imagens com resolução similar a de um gigantesco telescópio de 130 metros de diâmetro.
“Agora podemos combinar a radiação captada pelos quatro telescópios VLT (Very large telescope) e criar imagens extremamente nítidas muito mais depressa do que antes,” disse Nicolas Blind, ligado ao Instituto de Planetologia e Astrofísica de Grenoble, na França e principal autor principal do artigo científico que apresenta estes resultados.
O trabalho foi baseado na observação do sistema SS Leporis, localizado na constelação da Lebre. Ali, duas estrelas separadas por cerca de 170 milhões de km orbitam uma ao redor da outra a cada 260 dias. A maior das duas, e também a mais fria, ocupa cerca de 42 milhões de km dessa distância e devido à grande proximidade já perdeu quase metade da sua massa para sua companheira, a estrela menor e mais quente.
As imagens foram registradas simultaneamente por quatro telescópios auxiliares de 1.8 metro de diâmetro, instalados no Observatório do Paranal, nos Andes chilenos. A luz captada por cada instrumento foi canalizadas em um dispositivo óptico do tamanho de um cartão de crédito, produzindo um padrão de interferência capaz de gerar imagens com resolução similar a de um gigantesco telescópio de 130 metros de diâmetro.
“Agora podemos combinar a radiação captada pelos quatro telescópios VLT (Very large telescope) e criar imagens extremamente nítidas muito mais depressa do que antes,” disse Nicolas Blind, ligado ao Instituto de Planetologia e Astrofísica de Grenoble, na França e principal autor principal do artigo científico que apresenta estes resultados.
O trabalho foi baseado na observação do sistema SS Leporis, localizado na constelação da Lebre. Ali, duas estrelas separadas por cerca de 170 milhões de km orbitam uma ao redor da outra a cada 260 dias. A maior das duas, e também a mais fria, ocupa cerca de 42 milhões de km dessa distância e devido à grande proximidade já perdeu quase metade da sua massa para sua companheira, a estrela menor e mais quente.
Leia todo texto em APOLLO11.
Nota: Como coadunar Ciência x Religião, diante de fatos assim? Entendo que o Criacionismo, nos moldes que aprendi, passa a ser um imenso ponto de interrogação. E a perfeição no Universo? Não tem sido dito que o pecado apenas afetou a perfeição por aqui? Como explicar tal canibalismo? Pelo Criacionismo conservador cristão não dá...
Enéias Teles Borges
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Eu acreditava em papai Noel
Houve um tempo em que eu acreditava:Nos meus professores,
No que ensinavam.
Eu acreditava em papai Noel.
Houve um tempo em que eu acreditava:
Nos meus pastores,
No que doutrinavam.
Eu acreditava em papai Noel.
Houve um tempo em que eu acreditava:
Nos líderes religiosos,
No que incentivavam.
Eu acreditava em papai Noel.
Houve um tempo em que eu acreditava:
Nas interpretações dos religiosos,
No que era sutilmente elaborado.
Eu acreditava em papai Noel.
Houve um tempo em que eu acreditava:
Nas manifestações de fé dos amigos,
No que diziam fazer coerentemente.
Eu acreditava em papai Noel.
Houve um tempo em que eu acreditava:
Nas convicções denotadas pelas pessoas,
No que parecia ser ausência de alienação.
Eu acreditava em papai Noel.
Houve um tempo em que eu acreditava:
Nas demonstrações de coragem de muitos,
No que mostravam dispostos a fazer.
Eu acreditava em papai Noel.
Houve um tempo em que eu acreditava:
Na possibilidade de compromisso com a verdade,
No que diziam os ditos compromissados.
Eu acreditava em papai Noel.
Houve um tempo em que eu acreditava:
Nas pessoas que acreditavam no que diziam,
No que afirmavam professar.
Eu acreditava em papai Noel.
Houve um tempo em que eu acreditava:
Nas pessoas, igreja, fé, vida futura melhor,
No tudo que isso representava.
Eu acreditava em papai Noel.
Enéias Teles Borges (autor)
Reflexões de quem não acredita mais em papai Noel.
Postagem original em 17/06/2008
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Jesus ou Papai Noel?
Eu estava ouvindo o noticiário na rádio CBN/SP, nesta última quinta-feira. Haveria uma entrevista com Frei Leonardo Boff e foi apresentado um rápido comentário dele que chamava a atenção para um fato natalino: O Natal, em tese, está vinculado ao nascimento de Jesus (independentemente da data ser correta ou não), mas o que se fala mais nesta época é sobre o Papai Noel. Jesus e Papai Noel disputando a atenção do cristão.
Interessante esse comentário. Bem ao nível deste fabuloso teólogo! E há que se considerar essa realidade. Jesus, Papai Noel, Natal, presentes, espírito bom, consumismo...
O que representa o Natal para o mundo cristão hoje? O que é, efetivamente, o espírito natalino? Pensa-se em Jesus? Pensa-se no Papai Noel? Momento de difundir o altruísmo ou esperar por ele?
Muitos tentam relacionar os personagens. O menino Jesus na manjedoura e o Papai Noel que seria o Jesus maduro, velhinho e bondoso...
É um assunto a ser firmemente considerado, mas jamais sem perder o que de bom acontece no Natal: as pessoas se irmanam, existe um esforço pela paz. É, sem dúvida, um fenômeno que se repete a cada ano.
Gosto muito do Natal. Supera meu aniversário! Procuro observar as crianças nas ruas, sentadas nos colos dos muitos “papais noéis” ...
O Natal aproxima as pessoas, abre espaço para a reconciliação é um momento mágico no mundo cristão.
Eis que ele se aproxima...
Enéias Teles Borges
Postagem original: 19/12/2008
Interessante esse comentário. Bem ao nível deste fabuloso teólogo! E há que se considerar essa realidade. Jesus, Papai Noel, Natal, presentes, espírito bom, consumismo...
O que representa o Natal para o mundo cristão hoje? O que é, efetivamente, o espírito natalino? Pensa-se em Jesus? Pensa-se no Papai Noel? Momento de difundir o altruísmo ou esperar por ele?
Muitos tentam relacionar os personagens. O menino Jesus na manjedoura e o Papai Noel que seria o Jesus maduro, velhinho e bondoso...
É um assunto a ser firmemente considerado, mas jamais sem perder o que de bom acontece no Natal: as pessoas se irmanam, existe um esforço pela paz. É, sem dúvida, um fenômeno que se repete a cada ano.
Gosto muito do Natal. Supera meu aniversário! Procuro observar as crianças nas ruas, sentadas nos colos dos muitos “papais noéis” ...
O Natal aproxima as pessoas, abre espaço para a reconciliação é um momento mágico no mundo cristão.
Eis que ele se aproxima...
Enéias Teles Borges
Postagem original: 19/12/2008
domingo, 11 de dezembro de 2011
O que é Globalização?
Qual é a mais correta definição de Globalização?
A Morte da Princesa Diana.
Por quê?
A Morte da Princesa Diana.
Por quê?
Uma princesa inglesa com um namorado egípcio, tem um
acidente de carro dentro de um túnel francês, num carro alemão com
motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que
era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas. A princesa foi
tratada por um médico canadense, que usou medicamentos americanos. E isto
é enviado a você por um brasileiro, usando tecnologia americana (Bill
Gates) e provavelmente, você está lendo isso em um computador genérico que usa
chips feitos em Taiwan e um monitor coreano montado por trabalhadores
de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em caminhões
conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por
pescadores sicilianos, novamente empacotados por mexicanos e,
finalmente, vendido a você por chineses, através de uma conexão paraguaia.
Isto é Globalização.
Mensagem recebida por e-mail.
Enéias Teles Borges
sábado, 10 de dezembro de 2011
O ateu, a fé e a obra
O ateu estava observando o religioso que orava diariamente pedindo a deus uma bênção. O que ele queria? Dinheiro! O religioso fervoroso orou durante, dias, semanas, meses e anos e deus não lhe concedeu a bênção: dinheiro! O que fez o religioso? Entrou num banco e promoveu um grande assalto. Agora ele tinha dinheiro, mas não tinha paz. O que fez? Orou a deus pedindo perdão e por fim disse: "deus não me deu dinheiro, mas me deu o perdão. Afinal o que seria da fé (oração) sem as obras (assalto ao banco)?"O ateu continuou observando o religioso e aprendeu que nos contextos da fé cega e da faca amolada é mais fácil perdoar o pecado do que conceder a bênção...
Enéias Teles Borges
Postagem original: 24/08/2009
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Nascendo ou morrendo?
A nossa vida é meio parecida com uma vela. Assim que é acesa a vela começa o caminho imutável para o fim. À medida que clareia ela se esvai...
No exato momento em que fomos concebidos começamos a contagem regressiva para o fim de nossa ínfima existência. Cada segundo vivido é um segundo a menos para viver. O começo da nossa vida é também o começo da nossa morte, imutável como o fim da vela acesa. À medida em que vivemos, nossa vida se esvai. Entre choros e sorrisos, entre paz e dores, entre um minuto e outro, passamos. A vida segue, mas um dia não será a nossa.
O que fazer? Nada pode ser feito para mudar essa sina: nascer, crescer e morrer. Existem aqueles que nascem e sequer crescem. Outros sequer vêm à luz.
O que importa mesmo é ser útil de uma forma ou de outra. Nossa vida pode ser curta, mas podemos produzir efeitos que serão curtos ou longos, bons ou ruins...
Vida que segue...
Enéias Teles Borges
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
A onisciência e o livre-arbítrio
Rafael Alberto S. d'Aversa
Universidade Federal de Ouro Preto
Universidade Federal de Ouro Preto
Neste ensaio discute-se o problema de saber como pode Deus ser onisciente e os seres humanos terem livre-arbítrio. A posição defendida é a de que se Deus existe, então não sabe nem influencia previamente que escolhas faremos e que, portanto, a sua onisciência não é incompatível com o livre-arbítrio (que neste trabalho é usado como sinônimo de liberdade de escolha). Após esclarecer os conceitos de Deus, presciência, livre-arbítrio e eternidade, apresentarei duas concepções mais fracas de onisciência a fim de mostrar que o fato de Deus saber tudo não afeta nossa liberdade de escolha.
Leia o texto completo em [crítica].
Enéias Teles Borges
Postagem original: 17/07/2009
Leia o texto completo em [crítica].
Enéias Teles Borges
Postagem original: 17/07/2009
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Picaretagem da fé
Valdemiro Santiago larga a toalha "Sê tu uma bênção" e opera o joelho no Hospital Albert Einstein.
Valdemiro cura de prisão de ventre até câncer com a sua tal toalhinha
ungida. Com esta, também se paga dívida de banco e há até quem faça
buchada da mesma para curar paralisia e até cegueira. E na hora de
tratar do joelho, Valdemiro vai ao Einstein?
Então esta toalha de “...” não cura joelho não?
Leia todo o texto em GENIZAH.
Nota: É impressionante como os membros da FCFA (Fé Cega, Faca Amolada) são facilmente enganados pelos abutres. A fé cura câncer, mas não cura o joelho do milagreiro?
Enéias Teles Borges
sábado, 3 de dezembro de 2011
Vazio da alma
Muitos religiosos chamam a atenção para um estado de espírito que se instala nas pessoas. Um estado desagradável - sensação de vazio. Chamam de vazio da alma e dizem que só há uma maneira de acabar com esse sofrimento. Preenchendo esse espaço vazio com deus...
O curioso é que chamam de deus o que mais se parece com cultura religiosa. Sim, porque cada aglomerado da fé oferece o mesmo remédio, mas deixa claro que o produto verdadeiro é esse, oferecido por ele. Cada segmento da fé cega e da faca amolada possui uma farmácia que desenvolve a fórmula do remédio que preenche o vazio da alma. Cada seita (ou igreja) afirma que a única farmácia confiável é aquela que está sob seu credo. Logo só existe um verdadeiro remédio. Logo existe apenas um verdadeiro deus que preenche, de forma cabal, o vazio da alma.
Se existe vazio da alma, não há como confiar em algum deus que o preencha. São tantos os formatos do deus dos cristãos, do deus de outras crenças (...). Fico com a sensação que se existe esse vazio da alma ele foi criado pelas religiões que tanto falam dele. Criam a dificuldade (vazio da alma) e vendem o remédio (o deus conforme sua imagem)...
Enéias Teles Borges
Postagem original: 19/01/2010
Enéias Teles Borges
Postagem original: 19/01/2010
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