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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Hubble: 21 anos de bons serviços...

Esta fotografia foi divulgada nesta quarta-feira (20/04/2011) para comemorar os 21 anos do Hubble. O telescópio espacial foi lançado pela agência norte-americana em 24 de abril de 1990, a bordo do ônibus espacial Discovery. A imagem mostra a interação entre um par de galáxias conhecido como Arp 273. Ela foi obtida em dezembro do ano passado e divulgada agora por ser especialmente bonita. Os astrônomos se referem à imagem como uma 'rosa' de galáxias, em alusão ao formato da espiral, que lembra a flor.


Nota: Já podemos imaginar os muitos comentários que surgirão, entre eles que tal configuração é obra de um mestre soberano. Apreciar o belo simplesmente por que é belo é tão eficaz quanto fazer certo simplesmente porque é certo...

Enéias Teles Borges

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O violento Sistema Solar

Um asteroide do tamanho do navio Titanic foi a causa de uma misteriosa “cicatriz” que apareceu na atmosfera de Júpiter em julho de 2009. O veredicto saiu em dois estudos publicados no jornal Ícarus e divulgados nesta quarta-feira (26) pela Nasa (agência espacial americana).

Dados de três telescópios permitiram aos cientistas observaram as temperaturas atmosféricas e condições químicas associadas ao impacto. Ao juntar as informações, a equipe deduziu que o objeto mais provável era um asteroide rochoso. Até então, cientistas acreditavam que os únicos objetos capazes de atingir Júpiter fossem cometas gelados.

A pesquisa contou com o astrônomo Glenn Orton, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, na Califórnia, e com Leigh Fletcher, pesquisador da Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Segundo Orton, o impacto por um asteroide mostra que o Sistema Solar é um local complexo, dinâmico e violento: “Muitas surpresas podem estar esperando por nós lá fora”.

As conclusões coincidem com evidências obtidas pelo telescópio Hubble, que indicou que o impacto provocado em 2009 refere-se a um objeto mais denso do que o cometa que se lançou na atmosfera de Júpiter em 1994.


Nota 1: É algo espantoso! Júpiter é nosso esculo. Sem ele a Terra já teria sucumbido (pelo menos a vida nela). Quase tudo que vem em nossa direção para em Júpiter.

Nota 2: Basta um impacto violento na Terra para que o Ateísmo e o Teísmo percam o valor. Sem vida, sem ideologia, sem religião, sem ausência de religião, sem deus...

Enéias Teles Borges

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Colisão de planetas

Boliche planetário

A Terra pode colidir com Vênus. Ou Marte. Ou Mercúrio. Mas, antes que o leitor se desespere, convém esclarecer: se esses desastres ocorrerem, seria só daqui a bilhões de anos. Esse cenário catastrófico é parte de um estudo francês, que fez simulações da evolução das trajetórias desses planetas do Sistema Solar e calculou uma pequena probabilidade de elas se cruzarem no futuro.

Desenvolvido pelos astrônomos Jacques Laskar e Mickael Gastineau, do Observatório de Paris, o estudo se baseia em 2.501 simulações em computador do Sistema Solar para os próximos cinco bilhões de anos, a partir de condições iniciais bastante parecidas com as atuais.

Em apenas 1% das simulações feitas pelos astrônomos, o Sistema Solar se desestabilizaria e geraria situações de possíveis colisões entre os planetas. Em todas elas, o principal responsável por essa desestabilização é Mercúrio. Embora pequeno, o planeta representa o maior “perigo” à ordem do sistema, devido ao aumento de sua excentricidade – ou seja, o quanto sua órbita se afasta do formato circular e se torna elíptica.

Leia mais em MEDCULTURA.

Nota: Parece assustador e impossível ao mesmo tempo? Depende do ponto de vista. Para os que acreditam na teoria bíblica da criação isso tudo é bobagem. A terra será renovada e tudo voltará à perfeição que existia antes do adentramento do pecado no universo. Para os cientistas é diferente. E no meu caso? Sigo lendo, vendo, observando e ouvindo. Meu negócio é a verdade. Qualquer que seja o seu perfil...

Enéias Teles Borges

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Avanço na busca de vida extraterrestre

A Nasa (agência espacial norte-americana) anunciou nesta segunda-feira (10) que a missão Kepler encontrou pela primeira vez um planeta rochoso, o menor já descoberto fora do Sistema Solar.

O planeta, batizado de Kepler 10b, tem o tamanho da Terra multiplicado por 1,4. A descoberta é fruto de mais de oito meses de dados coletados pela sonda, entre maio de 2009 e janeiro de 2010.

Estudo sobre o achado foi publicado na revista "Astrophysical Journal".

A missão Kepler é a primeira da Nasa destinada a buscar planetas de tamanho similar à Terra em zonas chamadas de habitáveis (ou próximo a elas), ou seja, regiões de sistemas planetários em que é possível existir água na superfície do planeta. O Kepler 10b está 20 vezes mais próximo de sua estrela que Mercúrio está do Sol e não fica em uma zona habitável.


Nota: Podem ter certeza de que muita gente conspira contra esse tipo de avanço na astronomia. Vida fora da Terra, que seja diferente daquela difundida pelos defensores ferrenhos de determinadas tradições, promoverá uma catástrofe teológica. A vida teria que ser perfeita. Em assim não sendo caem no chão todo o apredizado e prática teológica dos que acreditam na Criação proposta no livro bíblico do Gênesis.

Enéias Teles Borges

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Febre planetária

Mês após mês astrônomos detectam novos corpos celestes que giram ao redor de sóis desconhecidos, nas profundezas do espaço sideral. Provavelmente não levará muito mais tempo até que eles descubram uma segunda Terra: um exoplaneta, com mares e atmosfera. Mas então surgirá a pergunta: tem alguém vivendo lá fora?

Fonte: Revista Geo.

Nota: Será que terei a chance de ver algo tão fenomenal? Nossa vida é muito curta, mas quem sabe nossos filhos e netos serão agraciados?

Enéias Teles Borges

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Sobre os buracos negros...

Galáxia pode conter buraco negro mais jovem já registrado


Supernova foi detectada no local em 1979 e pode ter dado origem ao objeto. Fenômeno está localizado a 50 milhões de anos-luz da Terra.

Astrônomos da Nasa afirmaram na segunda-feira (15) ter descoberto o buraco negro mais jovem já registrado. Localizado na galáxia M100, o objeto provavelmente surgiu após a explosão de uma estrela com muita massa, fenômeno conhecido como supernova e que foi detectado por astrônomos na Terra em 1979. Teria, portanto, apenas 30 anos de existência, contados desde a detecção da explosão.

A idade diz respeito ao conhecimento do fenômeno a partir da Terra, já que o corpo está distante 50 milhões de anos-luz. Observações feitas com os telescópios Chandra e Spitzer, da Nasa, e do Very Large Telescope, do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) permitiram a descoberta. A galáxia M110 está localizada na direção da constelação de Virgem, em um aglomerado de galáxias com o mesmo nome.

Catalogada como SN1979C, a explosão marcou o fim de uma estrela muito massiva, detectada por um astrônomo amador no final da década de 1970. Caso a interpretação agora dada pelos cientistas ao destino da supernova seja correta, o buraco negro teria se originado a partir dessa destruição, após os resquícios do grande astro formarem um objeto com grande densidade e dimensões pequenas.

Caso confirmada, a análise da supernova é válida aos estudiosos pois fornecerá dados sobre os estágios iniciais do nascimento de um buraco negro.

Buracos negros

Buracos negros são corpos muito densos, com dimensões menores que as dos planetas do Sistema Solar. São o estágio final da evolução de estrelas muito pesadas, algumas com milhares de vezes a massa do Sol, que duram apenas milhões de anos e explodem como supernovas.

No centro de cada buraco negro há um objeto sem dimensão e com densidade infinita conhecido como singularidade. Neste local nem mesmo a luz consegue ter velocidade suficiente para escapar. A região em volta de uma singularidade recebe o nome de buraco negro.

Toda informação desta região não consegue ser detectada de forma direta, uma vez que a velocidade da luz é o limite conhecido para o deslocamento de qualquer fenômeno.


Nota: Assuntos como esse me deixam impressionado. Pena que informações melhores, mais amplas virão mais adiante, quando, quem sabe, a pequenez de minha vida já tenha passado. O futuro reserva muitas informações para a humanidade. Creio que o avanço da ciência mostrará o quanto temos seguido em direção equivocada em relação ao Universo, Criador e afins...

Enéias Teles Borges - Autor
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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Estrela dupla e planetas

Estou cada vez mais maravilhado com o avanço da astronomia. É impressionante o que nos chega quase que diariamente. Imaginem como deve ser num sistema binário, conforme reportagem que seguirá.

Descoberto sistema de dois planetas em órbita de estrela dupla

Um sistema binário, composto por uma estrela anã vermelha e uma anã branca que giram em torno uma da outra, abriga também dois planetas gigantes gasosos, diz artigo publicado no periódico Astronomy & Astrophysics. A estrela dupla, NN Serpentis, fica a 1.670 anos-luz da Terra.

Cientistas já suspeitavam que houvesse pelo menos um planeta no sistema, mas a equipe responsável pelo artigo, que inclui pesquisadores da Alemanha, EUA, Chile e Reino Unido, demonstraram que eclipses das estrelas e irregularidades no movimento dos astros, detectados ao longo de uma série de 20 anos de imagens, seriam melhor explicados pela presença de dois planetas gigantes.

O maior dos gigantes gasosos tem 6 vezes a massa de Júpiter e completa uma órbita da estrela binária a cada 15,5 anos; o menor tem 60% mais massa que Júpiter e faz uma órbita a cada 7,75 anos.

Um dos autores do trabalho, o pesquisador Tom Marsh da Universidade de Warwick, diz que, embora tenham massas diferentes, os dois planetas podem ter aproximadamente o mesmo tamanho, que seria ainda o tamanho da anã vermelha do sistema.

"Se seguirem o padrão que vemos no nosso sistema, de gigantes gasosos dominados pela cor amarela ou azul, fica difícil escapar da imagem desse sistema como uma gigantesca mesa de sinuca, com uma bola vermelha, duas bolas coloridas e a bola branca", acrescentou, em nota.

A anã branca é o que resta de uma estrela semelhante ao Sol. Há milhões de anos, ela deve ter se expandido, tornando-se uma gigante vermelha. Isso fez a outra estrela do sistema se aproximar até a órbita estreita atual. Por fim, a estrela gigante terminou de eliminar boa parte de sua massa, reduzindo-se a uma anã branca.

Se os planetas já estavam presentes, suas órbitas devem ter sofrido mudanças dramáticas durante esse processo de transformação. "Uma alternativa é que os planetas tenham surgido recentemente, a partir do material expelido", disse Vik Dhillon, da Universidade de Sheffield, outro autor do estudo.


Enéias Teles Borges
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Planeta similar à Terra

Estou esperando o momento de uma notícia mais efetiva. É certo que quando olhamos para o espaço sideral nós estamos olhando para o passado. Aquilo que hoje enxergamos talvez nem exista mais. Pode ser, também, que hoje seja diferente o bastante para satisfazer nossos anseios. Enquanto só conseguirmos ver o passado, podemos, ao menos, sonhar acordados. Seria interessante a confirmação de vida extraterrestre. Confirmação mesmo! Algo palpável e não apenas decorrente da esperança.

Planeta similar à Terra é descoberto e tem potencial para conter vida

Detecção foi feita por equipe de astrônomos norte-americanos.
Astro está localizado a 20 anos-luz de distância do Sol

Um astro com apenas três vezes a massa da Terra foi detectado a 20 anos-luz, orbitando uma estrela da constelação de Libra conhecida como Gliese 581, uma anã vermelha. Astrônomos da Universidade da Califórnia e da Carnegie Institution de Washington afirmam que o planeta é o primeiro a apresentar potencial real para conter vida.

A descoberta foi divulgada nesta quarta-feira (29) pela Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos. O astro, chamado Gliese 581g, fica em uma região na qual os astrônomos julgam que um planeta pode apresentar água líquida para formar oceanos, rios e lagos. No local, a distância da estrela permitiria um ambiente com clima ameno, nem tão frio, nem tão quente.

A órbita do planeta ao redor da estrela Gliese 581 dura pouco mais de um mês terrestre, com as possíveis estações de ano durando apenas dias.

Não é o primeiro planeta a ser descoberto na "zona habitável" da estrela.

 
Enéias Teles Borges - Editor
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domingo, 26 de setembro de 2010

Sol: o medo que vem de fora

O Sol está acordando de um sono profundo. 2013 promete ser um anos complicado para a Terra. As tecnologias humanas estariam preparadas para um caos?

Atividades Solares em 2013 devastarão as telecomunicações na Terra

Cientistas da NASA e de vários outros órgãos governamentais reuniram-se para analisarem as atividades solares que estão para acontecer nos próximos anos e concluíram que até 2013 as atividades solares serão intensas provocando vários problemas nas comunicações na Terra.

Richard Fisher, chefe da divisão Heliofisica da NASA explica tudo sobre este importante acontecimento:

O sol esta acordando de um sono profundo e nos próximos anos esperamos muita atividade solar. Com muitas possibilidades de acompanhamento através de satélites nós temos a possibilidade de medir as intensidades das explosões solares e calcularmos o aumento e a diminuição de suas atividades.

A Academia Nacional de Ciências vem observando o Sol e suas explosões a muitos anos e a dois anos lançou o relatório "Severe Space Weather Events-Impactos sociais e econômicos." Com esse relatório nós observamos que as pessoas do século 21 dependem de vários sistemas com alta tecnologia para o básico de sua vida cotidiana como: energias inteligentes, navegação por GPS, Viagens Aéreas, serviços financeiros de comunicações via Radio.

Essa tecnologia toda poderá ser afetada com tanta atividade solar intensa e a Academia Nacional de Ciências alerta que nunca ocorreu um fenômeno desta forma com o Sol e que essas atividades solares intensas poderão causar danos vinte vezes maiores que os danos causados pelo furacão Katrina.

Esses danos podem ser evitados com previsões antecipadas que garantiriam uma rápida solução de alguns problemas como: Programar os satélites em modo seguro, para que os mesmos não sofram com a atividade solar, desligar os painéis solares em determinadas orbitas, para evitar o carregamento excessivo de suas baterias, entre outras precauções.

Thomas Bogman, diretor do Space NOAA Weather Prediction Center, em Boulder, Colorado diz que a previsão de manchas e explosões solares com antecedência ainda esta no seu inicio mas garante que com a união da NASA e a NOAA através do satélite de pesquisas heliophysics nos fornece informações de minuto em minuto e nos garantem previsões ainda mais precisas.

Entre os dezenas de satélites lançados pela NASA destacam-se em especial os satélites STEREO, SDO, ACE.

STEREO(Solar Terrestrial Relations Observatory) é um grupo de satélites geo estacionados em lados opostos do Sol proporcionando 90% de visão do astro. No passado os pesquisadores não possuíam tecnologia para observar as manchas solares e estas manchas poderiam se esconder e ficariam invisível observando-se da Terra. Com os satélites STEREO é possível observar praticamente toda a atividade solar.

SDO (Solar Dynamics Observatory) é o mais recente grupo de satélites de observação solar lançados pela NASA. Esses satélites foram lançados em fevereiro de 2010 e observam e fotografam em alta resolução as atividades solares. Os pesquisadores agora podem estudar as erupções e explosões solares com maior qualidade e desta forma aprenderem mais sobre as manchas solares e seus efeitos na Terra. Os satélites SDO também monitoram a saída de raios UV em direção a Terra.

ACE (Advanced Composition Explorer) e o satélite favorito dos pesquisadores da NASA e lançado em 1997. É um satélite muito velho ? Já está ultrapassado ? mas onde estaríamos sem ele ? disse Thomas Bogdan. Com o ACE nós monitoramos o vento Solar e também suas rajadas vindas para a Terra e as tempestades de radiação com 30 minutos de antecedência. O ACE ainda é o nosso melhor sistema para previsão de tempestades solares e permite-nos a comunicar com todos os controladores dos satélites e avisar as autoridades com antecedência.

O ano de 2010 marca o 4º ano consecutivo que os políticos, investigadores, legisladores, cientistas e jornalistas se reuniram em Washington para compartilharem idéias sobre o clima espacial. Este ano os organizadores do fórum pretendem focar o assunto sobre a proteção das infra estruturas climáticas. O objetivo final será melhorar a capacidade da sociedade em preparar, mitigar e responder aos eventos meteorológicos potencialmente devastadores vindos do espaço.

"Acredito que estamos no limiar de uma nova era em que o clima espacial pode ser tão influente na nossa vida diária como o clima terrestre normal." Fisher conclui. "Nós levamos isso muito a sério."

 
Nota: É preocupante sim. Não é uma profecia, como essa de 2012. É fato concreto que se repete ciclicamente. A questão é: hoje o homem depende demais da tecnlogia e esta, ao que indica, precisa de mecanismos de proteção. O homem conseguirá?
 
Enéias Teles Borges - Editor
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terça-feira, 14 de setembro de 2010

CANIBALISMO NO UNIVERSO?

Uma estrela, devorando outra estrela, é canibalismo no Universo? O título do texto é curioso, mas chama a atenção. Estrelas que devoram estrelas, num contexto que está lá, no passado distante. Para os materialistas isso é algo natural num universo com suas leis, mas que surgiu por força do "acaso". Os criacionistas, quem sabe, dirão que isso é imagem do passado, quando o deus criador estava "plantando" as sementes do atual Universo...

Astrônomos flagram estrela devorando outra e gerando planetas

Uma equipe de astrônomos pode ter flagrado uma estrela no ato de devorar outra e criando uma segunda geração de planetas a partir do disco de "sobras".

Usando dados do Observatório de Raios X Chandra, o grupo de Joel Kastner, do Instituto de Tecnologia de Rochester, encontrou sinais de que uma estrela variável na constelação de peixes, BP Piscium, não é a estrela jovem que aparenta ser, mas sim uma gigante vermelha que engoliu uma estrela ou planeta da vizinhança, diz nota divulgada pelo instituto.

Desde que foi descoberta há 15 anos, a estrela vem confundindo os cientistas, ao apresentar características tanto de um astro jovem quando de uma estrela velha.

Kastner atribui a possivelmente enganosa juventude da estrela a duas coisas: um disco de material que lembra os discos onde se formam planetas ao redor de estrelas novas e os jatos de material que partem dos polos do astro. Uma estrela jovem acumula material do disco, que cai em sua direção, absorvendo cerca de 90% do que cai e reciclando o restante para o espaço, através dos jatos.

Outros detalhes, no entanto, apontam na direção oposta. Por exemplo, a estrela existe isolada, enquanto que a maioria das estrelas jovens se formam em aglomerados.

Os dados do Chandra mostram que a estrela é uma fonte pobre de raios X, o que vai contra a hipótese de juventude. Em nota, Kastner refere-se a esse dado como "o prego no caixão" da ideia de que BP Piscium seria uma estrela de formação recente.

A taxa de emissão, de acordo com ele, é compatível com a de estrelas velhas que giram rapidamente, de uma classe que, acredita-se, surge quando uma estrela engole outra.

"As companheiras dessas estrelas gigantes caíram dentro delas e fazem com que girem mais rápido", explica Kastner. "Nossa hipótese de trabalho é que estamos olhando para a estrela bem no ponto em que ela acabou de engolir a companheira e, assim, formou o disco. pare do material que compunha a companheira caiu na estrela, e parte foi expelido em alta velocidade, e é a isso que estamos assistindo".

Embora planetas próximos que eventualmente existissem tenham sido engolidos quando a estrela se tornou uma gigante vermelha, uma segunda rodada de formação de planetas pode estar em andamento no disco, centenas de milhões de anos após a primeira.

Outro artigo científico, baseado em dados do telescópio espacial Spitzer, indica evidência de um planeta gigante no disco. Esse pode ser um novo exoplaneta, ou um que sobreviveu ao cataclismo.


Nota: Muita coisa ainda saberemos. Muito conceito mudará. Espero que no rumo da verdade, seja qual for...

Enéias Teles Borges
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

FANÁTICOS ASTRÔNOMOS AMADORES

Sou fã de astronomia. E até tenho um pouco de inveja dos "amadores" que possuem pequenos telescópios, conforme reportagem que segue abaixo.

Astrônomos amadores conseguem observação inédita com telescópios caseiros

Astrônomos amadores conseguiram uma grande façanha com seus pequenos telescópios, segundo a Nasa, que confirmou nesta quinta-feira que, pela primeira vez, telescópios terrestres capturaram o impacto de um objeto relativamente pequeno com um planeta gigante.

Os fanáticos por astronomia foram os primeiros a detectar dois objetos "relativamente pequenos", segundo a Nasa, que se desintegraram ao entrar na atmosfera de Júpiter formando uma bola de fogo, usando telescópios caseiros que instalaram em suas próprias residências.

Os impactos aconteceram nos dias 3 de junho e 20 de agosto, segundo os cientistas da Nasa, que acompanharam as observações e confirmaram que foram corretas.

Os especialistas calcularam que o objeto observado em 3 de junho tinha entre 8 e 13 metros de diâmetro, comparável ao asteroide RF12, que passou perto da Terra na última quarta-feira.

Anthony Wesley, da Austrália, foi quem o avistou primeiro. O astrônomo amador já descobriu em julho de 2009 uma mancha escura em Júpiter que os cientistas não tinham detectado até então.

O segundo objeto, detectado em agosto, foi descoberto primeiro pelo japonês Masayuki Tachikawa, e pouco mais tarde confirmado por Aoki Kazuo e Masayuki Ishimaru.

Eles tinham seus telescópios apontando para o planeta gigante naquele dia pois sabiam que estavam em meio à "temporada de Júpiter", quando o planeta está mais alto no céu e é maior, visto da Terra.

 
Nota: Fico admirado quando olho para o céu e enxergo o passado. Sim, pois o que vemos é luz que partiu da sua origem há muito tempo. Olhar para o ceu e pensar é sonho de criança que me faz bem. Quando estou em Ubatuba (SP), com céu limpo, vejo muitas estrelas. O que não consigo em São Paulo, em razão da luminosidade desta gigantesca metrópole...
 
Enéias Teles Borges
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sábado, 28 de agosto de 2010

Galáxia fabulosa e inexplicada

Galáxia anular descoberta em 1950 ainda espera explicação

'Objeto de Hoag' fascina os astrônomos, que buscam entender sua estrutura
 
Desde que foi descoberta por Art Hoag em 1950, esta galáxia anular, apelidada simplesmente "Objeto de Hoag", fascina os astrônomos, que buscam entender sua estrutura: afinal, trata-se de apenas um objeto ou de dois?

Por fora há um anel dominado por estrelas azuis brilhantes, enquanto que, praticamente no centro, há uma bola de estrelas mais avermelhadas que provavelmente são muito mais antigas que as da periferia. Entre ambas as estruturas há uma lacuna que parece totalmente escura.

De acordo com a Nasa, o processo de formação do Objeto de Hoag ainda é desconhecido, embora outras estruturas já tenham sido encontradas e classificadas, coletivamente, como galáxias anulares.

Hipóteses para o surgimento desses objetos vão desde uma colisão entre galáxias à atração gravitacional de uma barra central que teria desaparecido com o tempo.

A imagem acima foi feita pelo Telescópio Espacial Hubble em 2001 e revela detalhes que não haviam sido observados antes. O Objeto de Hoag tem cera de 100.000 anos-luz de diâmetro e fica a 600 milhões de anos-luz da Terra. Visível na lacuna há outra galáxia anular, que provavelmente está muito mais afastada.


Nota: Desde 1950 os astrônomos tentam e não conseguem entender. Logo mais será entendido. Espero que breve. Quero estar vivo para saber dessa e de muitas outras fantásticas descobertas humanas. Qual o sentido de tamanha vastidão que chamamos de Universo? Os vários sentidos e motivos que me foram apresentados não são satisfatórios. O jeito é seguir aguardando...

Enéias Teles Borges
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Para os que se assustaram

Os que se assustaram com a leitura do texto anterior, Nibiru: o astro intruso, devem ler, imediatamente o texto a seguir apontado. Podem crer no que estou dizendo: pessoas estão sofrendo com medo de dezembro de 2012.


Nota: É admirável como pessoas conseguem se utilizar de informações desencontradas e ainda assim produzir texto convincente. A postagem anterior, recheada de informações sobre o suposto planeta, pode levar muitas pessoas a crendices sem fim. O mundo está preparado para acreditar. Acreditar sempre foi e sempre será mais fácil que pensar. Eis porque tantos acreditam e poucos pensam...

Enéias Teles Borges
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Nibiru: o astro intruso

Que tal uma versão nova da origem da humanidade? Que tal uma leitura diferente e que trata do Dilúvio de uma maneira radicalmente espantosa? O que dizer do Planeta X que faz parte do nosso sistema solar e que não é retratado pela astronomia atual? Que tal uma viagem pela Suméria e saber um pouco a respeito do planeta Nibiru e da versão para a existência da Lua?


Nota: O ano de 2012 se aproxima e com ele muitas teorias apocalipticas. Sugiro a leitura do texto acima apontado.

Enéias Teles Borges
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quarta-feira, 24 de junho de 2009

CIÊNCIA E RELIGIÃO - FACETA

Cientistas descobrem vestígios da mais jovem supernova

Da Agência Estado
Em São Paulo

Pesquisadores americanos e britânicos ligados ao Observatório Chandra de Raios-X, da Nasa, e ao Observatório Nacional de Radioastronomia dos EUA anunciaram, ontem, a descoberta de vestígios da mais jovem supernova já encontrada na Via-Láctea.

Supernovas são explosões de estrelas de massa muito maior que a do Sol. Quando ocorrem, podem brilhar mais que uma galáxia inteira, e deixam para trás nuvens de destroços que continuam a emitir radiação, os chamados remanescentes de supernova. São as supernovas que lançam ao espaço os elementos químicos mais pesados, como ferro e cálcio, que depois poderão entrar na composição de novas estrelas, de planetas e de seres vivos.

Chamado G1.9+0.3 e localizado a 2.600 anos-luz da Terra, perto do núcleo da galáxia, esse remanescente de 140 anos representa a primeira das supernovas "perdidas" da Via-Láctea a ser encontrada. "Normalmente, quando se observam outras galáxias, vemos que galáxias espirais, como a nossa, deveriam ter uma supernova a cada 50 ou 100 anos", explica o astrofísico do Observatório Nacional Ramiro De La Reza, ao comentar a descoberta. "Mas as últimas supernovas ocorridas na Via-Láctea e vistas da Terra foram a de Kepler, em 1604, e a de Tycho, em 1572". Já o remanescente de supernova mais jovem conhecido dentro da Via-Láctea, antes da descoberta de G1.9+0.3, era Cassiopéia A, que tem 330 anos.

"Se a taxa de supernovas estiver correta, deveria haver remanescentes de cerca de dez explosões mais jovens que Cassiopéia A", disse um dos descobridores de G1.9+0.3, David Green, da Universidade de Cambridge. "É ótimo finalmente achar uma delas." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: [UOL]


Nota do Editor: sempre que um assunto desse vem à baila surge uma discussão de caráter religioso. A questão do pecado na terra e a sua origem no Céu. A obra do Criador antes e depois do pecado adentrar no Universo. Deus continuou a sua obra de criação? Caso contrário o que é isso? Degradação? Notícia como essa nos faz repensar as explicações teológicas ouvidas de nossos pais. Há uma necessidade premente de conciliação do pensamento religioso conservador com a realidade demonstrada permanentemente pela Ciência.
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Postagem original: 16/05/2008.
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Vida fora da Terra?

Hubble acha dióxido de carbono em planeta extra-solar

Cientistas anunciaram na terça-feira a descoberta de dióxido de carbono (CO2) em um planeta quente fora do nosso Sistema Solar, em mais uma prova de que pode existir vida além da Terra.

A Nasa (agência espacial dos EUA) disse que o seu Telescópio Espacial Hubble localizou CO2 na atmosfera do planeta HD 189733b, que pertence à categoria chamada "Júpiteres quentes" e orbita uma estrela relativamente próxima, a 63 anos-luz da Terra.

Concepção artística do planeta registrado pelo Hubble; descoberta reforça a idéia de que pode haver vida além da Terra

O planeta em si é quente demais para conter vida - cerca de 1.000 graus Celsius na superfície. Mas os astrônomos disseram que as observações são a demonstração cabal de que a química básica para a vida pode ser mensurada em planetas que orbitam outras estrelas.

Em março, eles já haviam achado ingredientes do metano no planeta, um dos cerca de 300 já localizados em torno de outras estrelas. Também há sinais de vapor d'água nesse lugar.

"Esses estudos atmosféricos vão começar a determinar as composições e processos químicos que operam em mundos distantes", disse Erich Smith, cientista do Hubble na Nasa.

Mark Swain, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em Pasadena (Califórnia), usou a câmera de infravermelho e um espectrômetro multiobjeto do telescópio orbital para estudar a luz infravermelha do planeta.

Ele conseguiu identificar dióxido de carbono e monóxido de carbono, que absorvem certos comprimentos de onda da radiação sub-infravermelha.

"O CO2 é a principal razão de excitação porque, sob certas circunstâncias, poderia ter uma conexão com a atividade biológica, como tem na Terra", disse Swain em nota.

"O próprio fato de podermos detectá-lo e estimar sua abundância é significativo para o esforço de longo prazo de caracterizar os planetas a fim de descobrir do que são feitos e se poderiam possivelmente abrigar vida."

Fonte: Universo Online.

Nota: a existência de vida fora do nosso sistema solar é busca permanente dos cientistas. Para os religiosos não há duvida. Há vida fora da terra, mas não concebida como querem entender os estudiosos atuais.

Enéias Teles Borges

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